JURA EM PROSA E VERSO

MITOLOGIA

MITOLOGIA TRANSILVÂNIA (Atual Romênia)

A Transilvânia (em romeno: Transilvania ou Ardeal; em húngaro: Erdély; em alemão: Siebenbürgen ou Transsilvanien) é uma região histórica situada no centro-oeste do que é atualmente a Roménia. É limitada a leste e a sul pela cordilheira dos Cárpatos e historicamente estendia-se para oeste até aos montes Apuseni. Na atualidade, a designação Transilvânia por vezes aplica-se não só à região histórica propriamente dita mas também às partes romenas das regiões de Crișana e Maramureș; pode ainda incluir a parte romena do Banato. A maior cidade da Transilvânia é Cluj-Napoca, a terceira maior cidade da Roménia, que tinha 321 687 habitantes em 2016. Outras cidades importantes são Brașov (290 743 hab.), Sibiu (169 786 hab.) e Târgu Mureș (150 191 hab.).

A região é conhecida pela beleza das suas paisagens dos Cárpatos, pela sua rica história e pela sua associação às lendas de vampiros, principalmente devido à influência do romance Drácula de Bram Stoker e às suas muitas adaptações cinematográficas.

 

Etimologia

A primeira referência escrita A primeira menção à região em registos históricos é dum documento de 1075 e usa a expressão do latim medieval terra ultra silvam (terra além da floresta). Num Legenda Sancti Gerhardi, do século XII é usado o nome Partes Transsylvanæ, com o mesmo signficado, o qual é mantido na forma Transsilvania em documentos medievais posteriores do Reino da Hungria.

Acredita-se que os nomes alternativos de Ardeal (em romeno) e Erdély (em húngaro) estejam ligados. Contudo, a origem e significado são disputados tanto por romenos como por húngaros. A primeira forma em húngara registada — Erdeuelu — aparece na Gesta Hungarorum (Feitos dos Húngaros), do século XII. A primeira forma em romena — Ardeliu — data de 1432. A diferença inicial a/e entre os nomes encontra-se noutras palavras romenas e húngaras, como "groselheira" (egres em húngaro e agriș ou agreș em romeno) ou em topónimos, como Egyed, Erdőd, Erdőfalva ou Esküllő (em húngaro), que em romeno são, respetivamente, Adjud, Ardud, Ardeova e Așchileu.

Entre os linguistas e historiadores húngaros há consenso sobre a etimologia tanto de Erdély como de Transylvania. Para eles, Erdély deriva de Erdő-elü ("além da floresta").Do ponto de vista da Hungria, é provável que Erdő-elü se refere ao facto do noroeste do planalto transilvano estar separado da Grande Planície Húngara e das planícies de Crișana pelas densamente florestadas montanhas Apuseni. Segundo alguns linguistas, a forma Ultrasylvania (de 1077) e mais tarde Transylvania teria sido uma tradução direta da forma húngara e não o contrário. Esta teoria é também apoiada pelo historiador romeno Pop Ion-Aurel.

Os académicos romenos propoem diversas etimologias alternativas. Um carta datada de c. 960 do rei cazar José para o rabino de Córdova Hasdai ibn Shaprut menciona o país de Ardil (Eretz Ardil), rico em ouro e prata. Atualmente, Ardeal escreve-se da mesma forma em hebraico (ארדיל), pelo que Ardi(a)l seria a primeira forma do nome e Ardeal é um topónimo originalmente romeno.

As primeiras menções do topónimo alemão Siebenbürgen ("Sete Cidadelas") encontram-se em documentos escritos em latim do século XIII, com as variantes Septum urbium("sete cidades"), Septem castrorum ("sete castelos"), Septemcastris e Septemcastrenses. As primeiras menções à forma em alemão encontram-se em documentos de 1296 (Siebenbuergen)e 1300 (Sybenburger). Há várias teorias para a origem do topónimo Siebenbürgen. A que tem aceitação mais generalizada é que se refere à principais cidades fortificadas dos saxões da Transilvâniasaxões da Transilvânia: Bistritz (Bistrița), Hermannstadt (Sibiu), Klausenburg (Cluj-Napoca), Kronstadt (Brașov), Mediasch (Mediaș), Mühlbach (Sebeș) e Schässburg (Sighișoara). O nome da região em várias línguas eslavas são traduções do alemão Siebenbürgen; exemplos: Sedmigradsko ou Sedmogradsko em búlgaro, Semihorod em ucraniano, Sedmogradska em croata ou Sedmograjska em esloveno. Na Ucrânia é também usado Zalissia (Залісся), que significa "além da floresta".

História

Ao longo da sua história, a Transilvânia foi dominada por diferentes povos e estados. Foi o coração do Reino da Dácia entre 82 a.C. e 106 d.C. Nesse último ano foi conquistada pelo Império Romano, passando a fazer parte da província romana da Dácia . Após a retirada dos romanos em 271, foi desavastada por uma sucessão de tribos, nomeadamente os carpos, visigodos, hunos, gépidas, ávaros e eslavos. Entre os séculos IX e XI fez parte do Primeiro Império Búlgaro. É controverso os atuais romenos são descendentes de populações de dácio-romanas que sobreviveram após o século III ou os primeiros valacos/romenos chegaram à região no século XIII, no decurso duma migação para norte desde a península dos Bálcãs.

Segundo a Gesta Hungarorum (Feitos dos Húngaros), o voivoda valaco Gelu governou antes da chegada dos magiares, em 1003. O Reino da Hungria controlou parte da região a partir desse ano, quando, segundo a lenda, Estêvão I derrotou o príncipe Gyula III.Alguns historiadores afirmam que a Transilvânia foi povoada por húngaros em várias fases entre os séculos X e XIII, enquanto outros dizem que já estava povoada. pois os artefactos húngaros mais antigos encontrados na região datam da primeira metade do século X.

Em 1241 a região foi afetada pela invasão mongol da Europa. Güyük Cã invadiu a Transilvânia pelo passo de Oituz e Subutai atacou a sul, pelo passo de Mehedia e Orșova. Bistrița, Cluj-Napoca, a planície Transilvana e as minas de ouro do rei húngaro em Rodna foram saqueadas pelos mongóis. Outra força mongol derrotou os cumanos ocidentais perto nos Cárpatos, perto do rio Siret e aniquilou a diocese cumana de Milcov. Estima-se que as invasões mongóis provocaram um declínio de 15 a 50% na população da Transilvânia.  Durante a sua invasão da Hungria, as tropas de Nogai Cã e Telubuga, líderes da Horda Dourada, saquearam cidades da Transilvânia como Reghin, Brașov e Bistrița.

Entre os primeiros anos do século X e 1526, a Transilvânia foi uma voivodia (estado feudal) do Reino da Hungria, governado por um voivoda nomeado pelo rei húngaro. Após a Batalha de Mohács (1526), a região passou a fazer parte do Reino da Hungria Oriental. Em 1566, a Transilvânia passou a estar sob suserania do Império Otomano, embora mantendo a sua autonomia interna. Em 1570, o antigo voivodia húngaro tornou-se o Principado da Transilvânia, governado principalmente por príncipes calvinistas húngaros. Nesse período, a composição étnica da região alterou-se, passando duma situação em que todos os grupos étnicos tinham uma dimensão semelhante para outra em que os romenos passaram a ser maioritários. Numa carta para o sultão otomano c. 1650, o voivoda da Moldávia Vasile Lupu (r. 1654–1653) estimava que os romenos já constituíam mais de um terço da população da Transilvânia..

Os Habsburgos apossaram-se da região pouco depois de terem derrotado os otomanos na Batalha de Viena em 1683. Em 1687, os governantes da Transilvânia reconheceram a suserania do sacro-imperador Leopoldo I e a região foi oficialmente anexada pelo Império dos Habsburgos, que reconheceu o Principado da Transilvânia como uma das Terras da Coroa de Santo Estêvão, mas o território do principado estava administrativamente separado da Hungria dos Habsburgos e estava era governada por governadores nomeados pelo imperador. Em 1699 os otomanos reconheceram oficialmente a perda da Transilvânia no Tratado de Karlowitz. Porém, alguns elementos anti-Habsburgo do principado só se submeteram ao imperador em 1711 pelo Tratado de Szatmár, o que consolidou o controlo da região pelos Habsburgos. O principado passou a chamar-se Grão-Ducado da Transilvânia (ou Grão-Principado da Transilvânia).

Em 1848 estalou uma revolução na Hungria contra os Habsburgos que se transformou numa guerra pela independência total. Depois duma série de derrotas em 1849, o Império Austríaco ficou à beira do colapso, o que levou o jovem imperador Francisco José I a pedir auxílio ao czar russo Nicolau I, em nome da Santa Aliança. O czar enviou uma força de 280 000, o que possibilitou que finalmente os rebeldes fossem derrotados. A seguir à rendição do exército húngaro em Világos (atual Șiria, na Crișana romena), a Hungria ficou sob lei marcial. Julius Jacob von Haynau, comandante do exército austríaco na Hungria, foi nomeado plenipotenciário para restaurar a ordem na Hungria após o conflito. Ele ordenou a execução de 13 generais rebeldes em Arad, a 6 de outubro de 1849, o mesmo dia em que o primeiro-ministro húngaro Lajos Batthyány foi fuzilado em Peste.

Após o Ausgleich (Compromisso austro-húngaro de 1867), o Principado da Transilvânia foi abolido e o seu território passou para a Transleithania (Terras da Coroa de Santo Estêvão, do então criado Império Austro-Húngaro. Em protesto, o intelectuais proclamaram o Pronunciamento de Blaj.

O Império Austro-Húngaro desintegrou-se na sequência da derrota na Primeira Guerra Mundial e a maioria étnica romena da Transilvânia elegeu representantes que proclamaram a união com a Roménia em Alba Iulia a 1 de dezembro de 1918. Essa proclamação foi adotada pelos deputados romenos da Transilvânia e um mês depois pelos deputados saxões. O Dia Nacional da Roménia, chamado Dia da Grande União ou Dia da Unificação, celebra-se esse evento. O feriado foi criado após a Revolução Romena de 1989 e marca não só a unificação da Transilvânia, mas também o Banato, Bessarábia e Bucovina com o Reino da Romênia. Estas últimas regiões juntaram-se ao reino romeno alguns meses antes da Transilvânia.

Em 1920, o Tratado de Trianon estabeleceu novas fronteiras e muitos dos territórios que proclamaram a sua união com a Roménia passaram a ser reconhecidos como parte da Roménia. A Hungria protestou contra as novas fronteiras, pois mais de 1 600 000 húngaros, que representavam 31,6% da população da Transilvânia, viviam no lado romeno da fronteira, sobretudo no País Székely na Transilvânia oriental e ao longo da nova fronteira. Após partição do Reino da Hungria feita em Trianon, a nova Hungria ficou apenas com um terço dos territórios do reino e milhões de magiares ficaram fora das fronteiras húngaras. Em agosto de 1940, a Hungria obteve cerca de 40% da Transilvânia, incluindo partes de Maramureș e Crișana, na Segunda Arbitragem de Viena, mediada pela Alemanha e pela Itália.

A Segunda Arbitragem de Viena foi anulada em 12 de setembro de 1944 pela Comissão Aliada e em 1947 o Tratado de Paris reafirmou as fronteiras entre a Roménia e a Hungria estabelecidas no Tratado de Trianon, devolvendo a Transilvânia do Norte à Roménia.

Divisões históricas e administrativas

Mapa com Transilvânia clássica em amarelo claro

A área da voivodia histórica é de 55 146 km², a Transilvânia é historicamente dividida em quatro regiões:

  • a Transilvânia clássica no coração geográfico da Romênia;

  • o Banato no sudoeste da Romênia, junto às fronteiras com Hungria e Sérvia;

  • a Crișana ao oeste, junto à fronteira com a Hungria;

  • a região de Maramureș ao norte, junto à fronteira com Hungria e Ucrânia.

Administrativamente, o território hoje conhecido como Transilvânia consiste numa região constituída por dezesseis distritos (em romeno: Județ) que cobrem cerca de 103 600 km² no centro-oeste da Romênia. Os dezesseis condados são Alba, Arad, Bihor, Bistrița-Năsăud, Brașov, Caraș-Severin, Cluj, Covasna, Harghita, Hunedoara, Maramureș, Mureș, Sălaj, Satu Mare, Sibiu e Timiș.

As cidades mais importantes são Cluj-Napoca (318 027 habitantes), Timișoara (317 651), Brașov (283 901), Oradea (206 527), Arad (172 824), Sibiu (155 045), Târgu Mureș (149 577), Baia Mare (137 976) e Satu Mare (115 630).

População

Censos oficiais com informações sobre a população da Transilvânia foram realizados desde o século XVIII. Em 1º de maio de 1784, o imperador José II decretou o primeiro censo oficial do Império Habsburgo, incluindo a Transilvânia. Os dados foram publicados em 1787, e este censo mostrou apenas a população total (1 440 986 habitantes). Fényes Elek, um estatístico húngaro do século XIX, estimou em 1842 que na população da Transilvânia para os anos de 1830-1840 a ​​maioria era de 62,3% romenos e 23,3% húngaros.

O primeiro censo oficial na Transilvânia que fez uma distinção entre as nacionalidades (distinção feita com base na língua materna) foi realizada por autoridades austro-húngaras em 1869, distribuídos entre os grupos étnicos da seguinte forma: 59,0% romenos, 24,9% húngaros e 11,9% alemães.

No último quarto do século XIX, a população húngara da Transilvânia aumentou de 24,9% em 1869 para 31,6%, como indicado no censo húngaro de 1910. Ao mesmo tempo, a percentagem da população romena diminuiu de 59,0% para 53,8% e a percentagem da população alemã diminuiu de 11,9% para 10,7%, em uma população total de 5 262 495. As políticas da magiarização contribuíram muito para essa mudança.

Brasão de armas histórico da Transilvânia

As primeiras representações heráldicas de Transilvânia datam do século XVI. Um dos símbolos iniciais predominantes da Transilvânia era o brasão de armas da cidade de Sibiu. Em 1596, Levinus Hulsius criou um brasão de armas para a província imperial, ele consiste em um escudo partido, com uma águia em ascensão no campo superior e sete colinas, com torres em cima no campo inferior. Ele a citou em sua obra Chronologia, publicada em Nurembergue no mesmo ano. O selo de 1597, de Sigismundo Báthory, príncipe da Transilvânia, reproduziu o novo brasão com algumas pequenas mudanças: no campo superior a águia foi ladeada por um sol e uma lua e no campo inferior das colinas foram substituídos por torres simples.

O selo de 1600, de Miguel, o Valente, retrata o território do antigo reino da Dácia: Valáquia, Moldávia e Transilvânia:

  • A águia negra (Valáquia)

  • A cabeça de auroque (Moldávia)

  • As sete colinas (Transilvânia).

Sobre as colinas havia dois leões desenfreados afrontados, apoiando o tronco de uma árvore, como um símbolo do reino da Dácia unido.

OUTRO ESTUDO SOBRE A TRANSILVÂNIA

Castelo de Bran, na Transilvânia e as origens do Drácula

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Por volta do final do século 19, Bram Stoker, autor irlandês, pesquisava mitologia europeia para escrever seu novo romance. Uma história de terror, envolvendo vampiros. Reza a lenda que ele viu num livro uma foto do Castelo de Bran, na Transilvânia, e decidiu que ali seria o local ideal para o seu personagem principal, o Conde Drácula, habitar. Drácula foi publicado em 1897 e transformou completamente a percepção do mundo sobre a Transilvânia e a Romênia.

Leia também: A real história do Conde Drácula

A verdade é que Stoker nunca pisou no Castelo de Bran. Foi só na imaginação e descrição dele que se tratava de um lugar tenebroso. E para completar o tamanho da lenda e confusão, Vlad Tepes, o governante que mandava empalar os inimigos e inspirou o personagem do Drácula, nunca morou em Bran. Seu exército passou por ali por volta de 1459, num conflito com Brasov.

castelo de bran transilvânia romênia

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Toda essa confusão histórica e mitológica com o Castelo de Bran faz com que muita gente fique, hum, meio frustrada ao visitar o local. Afinal, esperam achar ali um tenebroso castelo que arrepie os pelos do pescoço, mas encontram um castelo medieval comum, pequeno e definitivamente nada assustador (isso no verão – nos meses de inverno, o frio e a neblina ajudam a construir um clima mais de filme de terror, pelo menos foi o que me contou uma amiga que acabou de fazer a visita em janeiro).

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Bran no inverno. Foto: Natália Fernandes

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Uma das passagens secretas e único lugar assustador de todo castelo

De qualquer forma, a falta de clima não quer dizer que Bran é desinteressante. Dentro do castelo a disposição dos cômodos é meio labiríntica, resultado de anos de usos diferentes dados à fortaleza.

A verdadeira história do Castelo de Bran

O Castelo de Bran foi construído no alto de uma colina de 200 metros, em 1212, por Cavaleiros Teutônicos. Mais tarde, o Rei Húngaro Luis I, em 1377, deu os castelos aos saxões de Brasov, passando a eles o privilégio de construir ali uma cidadela.

Durante os anos seguintes, serviu como um centro comercial, por ficar bem na fronteira entre a Transilvânia e a Valáquia, e uma fortaleza. Foi atacado diversas vezes até que começou a perder importância no século 19, por causa da destruição e da mudança estratégica das fronteiras romenas.

 

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Saiba mais: Todos os nossos posts sobre a Romênia

Com a unificação da Romênia, em 1920, Bran tornou-se uma das residências oficiais, um presente do povo de Brasov à Rainha Maria. Em 1956, passou ao poder dos comunistas e tornou-se museu. E, até hoje, o castelo é uma mostra de cerca de 60 quartos, conectados por passagens e escadas, apresentado aos turistas arte, decoração e armas da realeza.

Dentro do castelo de bran transilvânia romênia

Além da visita ao castelo, também há um Museu Etnográfico ao ar livre nos arredores, com uma pequena vila construída em estilo medieval, após a entrada nos domínios de Bran.

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A visita ao Castelo de Bran

O Castelo de Bran fica a 2h30 de Bucareste e 35 minutos de Brasov. É possível chegar lá de carro. Mas para quem vai de transporte público, partindo de Bucareste, é preciso pegar um trem até Brasov, que sai de hora em hora (a viagem dura 3h30).

Depois, de Brasov, há diversos ônibus diários que saem do Terminal 2 da cidade (é o mesmo que fica próximo à estação de trem). A passagem de ônibus é baratinha: 5 lei. Considere incluir a fortaleza de Rasnov na mesma visita.

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Na alta estação (de abril a setembro), o Castelo de Bran abre nas segundas, de 12h às 18h, e de terça a domingo, entre 9h e 18h. Na baixa temporada (outubro a março), o horário de fechamento é às 16h. A entrada custa 35 lei (cerca de €7,80) para adultos, com descontos para idosos, estudantes e crianças. Não há taxa de fotografia para este castelo