JURA EM PROSA E VERSO

HISTÓRIA UNIVERSAL

 

HISTÓRIA DA INGLATERRA - E DO REINO UNIDO

Inglaterra

Inglaterra, país e parte constituinte da ilha da Grã-Bretanha que compreende, junto a Gales, a principal divisão do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.

A Inglaterra abrange todo o território da ilha a leste de Gales e ao sul da Escócia. A capital é Londres. Também é a capital do Reino Unido e a sede dos escritórios centrais da Commonwealth. Sua superfície é de 130.423 km2, incluindo as ilhas Scilly, situadas no oceano Atlântico, a ilha de Wight, próxima à costa meridional e a ilha de Man no mar da Irlanda, entre a Inglaterra e a Irlanda do Norte.

TERRITÓRIO

Um dos principais traços fisiográficos da Inglaterra são as profundas encostas litorâneas, que criaram excelentes e diversos portos naturais, entre os quais se destacam Newcastle-upon-Tyne, Middlesborough, Southampton, Bristol e Liverpool.

A principal região montanhosa, os montes Peninos, é a região mais importante do norte da Inglaterra. A região central é conhecida como os Midlands e abrange os Fens, uma vasta área pantanosa após séculos de obstrução de alguns rios, como o Ouse e o Witham.

Ao sul do canal de Bristol situa-se um planalto que culmina nas montanhas e terrenos ermos de Cornwall, Devon e Dartmoor. Desde Salisbury, ao sul da Inglaterra, estendem-se inúmeras cordilheiras em muitas direções. O clima é moderado pelos mares que contornam a ilha e quente devido à corrente do Golfo, mas relativamente temperado para a latitude em que se encontra.

Inglaterra

POPULAÇÃO

A maioria dos habitantes descendem dos primeiros povos celtas e das posteriores invasões de romanos, anglo-saxões, dinamarqueses e normandos.

A população, em 2017, era de 55.620.000 habitantes. A densidade demográfica, de aproximadamente 307 hab/km2. Em 2017, a população das principais cidades era: Londres com 8.000.000 habitantes, Birmingham com 1.500.000 habitantes, Liverpool com 1.300.000 habitantes, Leeds com 800.000 habitantes e Sheffield com 750.000 habitantes.

A Igreja anglicana é predominante. A segunda religião mais importante é a católica. Entre as inúmeras confissões protestantes encontram-se a metodista (a mais frequente), a Igreja reformista unida e a Igreja presbiteriana da Inglaterra. Há também comunidades muçulmanas e judias.

HISTÓRIA

No I milênio a.C., os celtas invadiram as ilhas britânicas submetendo os habitantes das ilhas. Seus sacerdotes, os druidas, dominavam a sociedade. No ano 409, Roma abandonou a Britânia após uma fraca romanização. Os chefes britânicos, principalmente cristãos, governaram pequenos e instáveis reinos.

Em meados do século V, os romanos continuaram contratando mercenários germânicos para se defenderem dos povos guerreiros do norte (pictos e escotos). Esses mercenários se rebelaram contra seus chefes britânicos e por volta do século VII começaram a fundar reinos germânicos em toda a ilha.

Os invasores tinham diversas origens: anglos, saxões, frísios, jutos e francos, mas sua cultura, conhecida como anglo-saxônica, era semelhante. Por volta do século VII havia sete reinos germânicos: Nortúmbria, Mércia, East Anglia, Essex, Wessex, Sussex e Kent. No ano 937, com a batalha de Brunanburh, foi criado um governo unificado para toda Inglaterra. O rei governava com a ajuda de um conselho de assessores que participava na promulgação das leis e supervisionava a eleição dos reis. Guilherme I, o Conquistador, deu à Inglaterra um novo impulso.

O feudalismo normando foi a base da redistribuição da terra entre os conquistadores e na Inglaterra surgiu uma nova aristocracia e uma renovada estrutura social e política. A Inglaterra se afastou da Escandinávia para beneficiar a França, uma orientação que manteria durante 400 anos. Quando Guilherme morreu em 1087, legou a Inglaterra ao seu segundo filho, Guilherme II e a Normandia ao seu filho mais velho, Roberto. Com o tempo, Henrique I (seu terceiro filho), conseguiu ambos os reinos: a Inglaterra em 1100, quando morreu Guilherme II e, em 1106, Henrique conquistou a Normandia. Henrique II, conde de Anjou e neto de Henrique I, subiu ao trono em 1154. Acabou com a anarquia e desenvolveu o direito consuetudinário, que foi aplicado em toda Inglaterra pelos tribunais do reino.

O reino de Henrique abrangia mais da metade da França e o reinado sobre a Irlanda e a Escócia. Seus filhos conspiraram contra ele em várias ocasiões, apoiados pelos reis da França e pela sua própria mãe, Leonor de Aquitânia. João sem Terra, filho de Henrique, perdeu a Normandia em 1204. Em 1213, após uma longa luta com o papa Inocêncio III sobre a investidura de Stephen Langton como arcebispo de Canterbury, reconheceu finalmente que a Inglaterra era um feudo papal. Tudo isso precipitou a disputa com a nobreza que cansada do seu despotismo, negou-se a participar na reconquista da Normandia. Quando João morreu em 1216, os barões admitiram como rei seu filho Henrique III e assumiram o controle do governo, confirmando a Magna Carta em 1225. Com Eduardo I, que reinou entre 1272 e 1307, o antigo conselho feudal do rei foi desenvolvido até ser criado um Parlamento que no século seguinte se dividiu em duas câmaras: Lordes e Comuns. Após a Guerra dos Cem Anos e o conflito dinástico conhecido como a guerra das Duas Rosas (1455-1485), a dinastia Tudor foi instaurada. Henrique VIII, que reinou entre 1509 e 1547, venceu em 1513 os franceses e logo depois os escoceses. Sua esposa, Catarina de Aragão, deu-lhe seis filhos, mas só uma, a futura Maria I, atingiu a idade adulta.

Desejando um filho e entusiasmado por Ana Bolena, Henrique solicitou ao Papa o divórcio mas, como não lhe foi concedido, fundou aIgreja Anglicana, sendo seu principal chefe e rejeitando a autoridade de Roma mas mantendo o dogma católico. Thomas Cromwell, conde de Essex, um dos grandes administradores de Henrique, supervisionou as mudanças revolucionárias que ocorreram a partir de 1530, a ruptura com Roma e a dissolução dos mosteiros, a nova ampliação do Parlamento, principalmente da Câmara dos Comuns, como também a criação de uma nova estrutura burocrática com o Conselho Privado e com outras instituições controladas pelo reino. Ver Reino Unido.

Elizabeth I ajudou os rebeldes protestantes na Holanda espanhola. Seus navios derrotaram a Invencível Armada em 1588 evitando a invasão da Inglaterra. Em 1603 a Irlanda foi conquistada. A ascensão ao trono do rei escocês Jaime I da Inglaterra, que reinou entre 1603 e 1625, uniu as coroas da Inglaterra e da Escócia. Os puritanos estavam cada vez mais insatisfeitos com a Igreja da Inglaterra, que consideravam católica demais. Ver Conspiração da Pólvora. Durante o reinado de Carlos I, entre 1625 e 1649, enfrentaram-se o rei defensor de uma monarquia por direito divino e o Parlamento, que insistia em manter a independência. O presidente do Tribunal Supremo, Edward Coke, apoiou a decisão do Parlamento de processar os ministros do rei (1621) e contribuiu para a criação da Petição de direitos, em 1628. Da mesma forma que a Carta Magna, obrigava Carlos I a admitir que havia limites na sua autoridade. Os parlamentares finalmente ganharam a guerra civil inglesa, graças ao apoio da Escócia e também devido à liderança militar de Oliver Cromwell, que expulsou do Parlamento todos os membros da oposição.

O Parlamento Rabadilla baniu a monarquia junto com a Câmara dos Lordes, estabelecendo um regime republicano (a Commonwealth) na Inglaterra. Um novo Conselho de Estado, que dependia do Exército, foi criado e diante da tão pobre legitimidade do Parlamento, Cromwell tornou-se o dono da situação. Entre 1649 e 1651 ele submeteu a Irlanda e a Escócia, que logo se incorporaram a Commonwealth. Através de um texto adotado pelo Conselho de Estado e apoiado pelo Novo Exército (conhecido como Instrumento de Governo), Cromwell assumiu o poder da nação, com o título de lorde protetor da República da Inglaterra, Escócia e Irlanda. Após a morte de Cromwell em 1658, o general George Monck, preparou o retorno do exílio de seu filho mais velho, o rei Carlos I. Em 1673, a Test Act excluiu os católicos dos cargos públicos.

A conspiração papal de 1678 e a ação de não incluir Jaime, o irmão católico do rei, no próximo reinado, mostrou duas tendências políticas, os whigs, que defendiam a supremacia do Parlamento e que solicitavam a expulsão dos católicos do trono inglês e os tories, que eram anglicanos, partidários da prerrogativa real e que não estavam contra Jaime, sempre que oferecesse garantias no terreno religioso. O rei morreu em 1685, e o trono passou para Jaime II. Seus opositores, incitados pela Declaração de Indulgência de 1688, que favorecia os católicos, e pelo nascimento de um filho possibilitando uma sucessão católica, pediram a Guilherme III que constituísse um governo provisório. Esta revolução foi chamada de Revolução Gloriosa.

Antes de que a filha de Jaime II, Ana, chegasse ao trono em 1702, todos os seus filhos já haviam morrido. Para evitar o retorno dos Stuart católicos, o Parlamento aprovou em 1701 a Ata de Estabelecimento, que permitia a ascensão ao trono de uma protestante, a eleitora de Hannover, Sofia, neta de Jaime I e seus descendentes. Os escoceses aceitaram as Union Act de 1707, cujo resultado foi a fusão dos reinos e a criação do Reino Unido da Grã-Bretanha.

 

 

Reino Unido

O Reino Unido é a união dos três países que ocupam a Ilha da Grã-Bretanha – Inglaterra, País de Gales e Escócia – e a Irlanda do Norte.

Berço das instituições parlamentares modernas e da Revolução Industrial, o Reino Unido manteve, até meados deste século, um dos maiores impérios da História, que alcançava todos os continentes. Mantém hoje relações estreitas com suas ex-colônias através da Comunidade (Commonwealth) Britânica.

O país é fortemente industrializado, sendo exportador de máquinas industriais, computadores e automóveis. O Reino Unido integra o Grupo dos Sete Grandes (G-7) – os sete países mais ricos do mundo –, destacando-se pela sólida aliança geopolítica que mantém com os Estados Unidos.

Fatos Históricos

Seu território é ocupado pelos celtas no século VII a. C. A conquista pelos romanos, iniciada em 55 a. C. por Júlio César, é completada em 43 da era cristã pelo imperador Cláudio e prolonga-se até o século V, quando tribos germânicas (anglos, saxões e jutas) invadem o país e estabelecem diversos reinos. Navegadores vikings da Dinamarca a conquistam no final do século VIII. Finalmente, liderados por Guilherme, os normandos, procedentes da França, conquistam a Grã-Bretanha em 1066.

Em 1215, os nobres ingleses impõem ao rei a Magna Carta, um documento que limita os poderes da monarquia em benefício dos senhores feudais. Os reis passam a consultar regularmente o Parlamento – formado por representantes do clero e da nobreza – para tomar decisões. A Inglaterra perde suas possessões na França com a Guerra dos Cem Anos (1337-1453) e mergulha num sangrento conflito interno, a Guerra das Duas Rosas (1455-1485), causada pela disputa do trono entre as famílias York e Lancaster.

Reino Unido

A paz é obtida por Henrique VII (1485-1509), que inaugura a dinastia Tudor e restabelece o predomínio da autoridade real sobre a nobreza e o clero. Henrique VIII (1509-1547), aproveitando-se do fato de o Papa não autorizar seu divórcio, rompe com o Vaticano, toma as propriedades do papado e funda a Igreja Anglicana, da qual torna-se chefe.

Revolução Gloriosa

Divergências sobre questões religiosas e tributárias levam o rei Charles I (1625-1649) a dissolver o Parlamento. Em 1640, porém, uma rebelião na Escócia (incorporada em 1603) obriga o rei a reconvocar o Parlamento, que se recusa a votar os recursos necessários para a guerra. O resultado é uma guerra civil entre as forças do Parlamento – chefiadas por Oliver Cromwell – e as de Charles I. A vitória de Cromwell leva à proclamação da República em 1649 e à execução do rei.

A monarquia é restaurada em 1660, dois anos depois da morte de Cromwell. Os novos monarcas tentam fortalecer o poder da Coroa às custas do Parlamento, mas fracassam. Em 1688, Jaime II é deposto pelo Parlamento na Revolução Gloriosa, que consolida a monarquia constitucional.

Em 1707, é formado o Reino Unido da Grã-Bretanha, que reúne a Inglaterra, a Escócia e o País de Gales. A Irlanda é integrada em 1801.

A Revolução Industrial, no século XVIII, torna o Reino Unido a maior potência econômica do planeta. O país perde, no entanto, suas colônias na América do Norte, que proclamam a independência a partir de 1776. Durante o longo reinado da rainha Vitória (1837-1901), o Império Britânico conquista territórios na África e na Ásia. Na era vitoriana, o Reino Unido também experimenta mudanças sociais: sob os governos de Benjamim Disraeli (conservador) e William Gladstone (liberal), o país aprova leis sociais, reconhece os sindicatos e amplia a participação política dos cidadãos. Na Guerra da Crimeia (1853-1856), a aliança de britânicos e franceses derrota a Rússia; na Guerra dos Bôeres (1899-1902), a Inglaterra impõe-se aos holandeses na África do Sul.

Desagregação do Império

Sob a liderança do primeiro-ministro Lloyd George, o Reino Unido sai vitorioso da 1ª Guerra Mundial (1914-1918). Mas o Império começa a se desagregar: em 1921, um tratado reconhece a independência da Irlanda, com exceção dos condados do norte da Ilha (a maior parte do Ulster, chamada Irlanda do Norte). Em 1923, em coalizão com os liberais, Ramsey MacDonald forma o primeiro governo trabalhista britânico. Os conservadores voltam ao poder em 1924. Em 1936, o rei Eduardo VIII abdica para se casar com a americana Walis Simpson. O trono é ocupado por seu irmão George VI.

O aumento da tensão internacional leva o primeiro-ministro Neville Chamberlain a fazer concessões à Alemanha de Hitler. Em 1938, o Reino Unido aceita a anexação de parte da Tchecoslováquia à Alemanha, na esperança de conter os nazistas. Esta política fracassa e em setembro de 1939 as tropas de Hitler invadem a Polônia e obrigam o Reino Unido e a França a entrarem em guerra contra a Alemanha.

Em 1940, Chamberlain é substituído por Winston Churchill, que chefia um gabinete de guerra formado por conservadores e trabalhistas. Duramente atacado pelos alemães, o país sai vitorioso da 2ª Guerra Mundial (1939-1945), ao lado dos EUA e da URSS, mas fica devastado.

Em 1945, Churchill perde a eleição para o trabalhista Clement Atlee. O novo governo nacionaliza indústrias e estabelece o serviço nacional de saúde. A Índia, o Paquistão, o Ceilão (atual Sri Lanka) e a Birmânia (atual Mianmá) tornam -se independentes em 1947. Os conservadores voltam ao poder com Churchill em 1951. No ano seguinte, George VI morre e é sucedido por sua filha, a rainha Elizabeth II.

Os trabalhistas, liderados por Harold Wilson, retornam ao poder em 1964.

À crise econômica persistente junta-se o agravamento do conflito nacionalista na Irlanda do Norte. Em 1970, o conservador Edward Heath torna-se primeiro-ministro. O governo britânico envia tropas à Irlanda do Norte em 1972 para combater o terrorismo do Exército Republicano Irlandês (IRA). A entrada do país na Comunidade Econômica Europeia (CEE), em 1973, não diminui os problemas econômicos. Harold Wilson volta ao poder em 1974. Dois anos depois, ele é substituído por James Callagham.

Thatcherismo

Em 1979, os conservadores, liderados por Margaret Thatcher, derrotam os trabalhistas nas urnas. Thatcher inaugura um governo de profundas reformas econômicas, buscando enfrentar a decadência britânica por meio da privatização de empresas estatais e da redução drástica do déficit público. Em 1982, Thatcher colhe os frutos da vitória britânica na Guerra das Malvinas (1982) contra a Argentina e vence novamente as eleições.

Em 1984 e 1985, a “dama de ferro” quebra a espinha dorsal dos mineiros enfrentando uma greve de mais de um ano sem fazer concessões. O declínio do sindicalismo e o fortalecimento de sua imagem proporcionam a Thatcher nova vitória eleitoral em 1987.

Em junho de 1990, a primeira-ministra é derrotada em disputa interna no Partido Conservador e é substituída por John Major em junho de 1990. O IRA intensifica seus ataques terroristas. Apesar disso, os conservadores conseguem manter a maioria nas eleições gerais de 1992.

O descontentamento com o governo pela recessão e o desemprego – 3 milhões sem trabalho em 1993 – aprofunda-se com o aumento de impostos decidido por Major para fazer frente ao déficit público. O Partido Conservador vê-se dividido sobre a assinatura do Tratado de Maastricht, que acelera a unificação europeia. O tratado é aprovado no Parlamento por estreita margem em julho de 1993.

O governo enfrenta forte oposição à tentativa de prosseguir as reformas iniciadas por Thatcher, por meio de novas privatizações (correios, hospitais e outros serviços), do fechamento de minas de carvão improdutivas e da imposição de índices de produtividade a trabalhadores públicos.

Major faz um acordo com o governo da Irlanda, condicionando o futuro da Irlanda do Norte à vontade de seus habitantes, e propõe negociações ao IRA. Em 31 de agosto de 1994, o IRA anuncia a suspensão da luta armada.

Em fevereiro de 1995, Major e o primeiro-ministro irlandês John Bruton anunciam um plano para a criação de uma nova assembleia, reunindo católicos e protestantes, na Irlanda do Norte, que é rejeitado pelo líder protestante Ian Paisley, porta-voz dos “unionistas” – defensores da manutenção da união da Irlanda do Norte com a Grã-Bretanha.

No mesmo mês, o mais antigo banco de investimentos da Inglaterra, o Baring Brothers, quebra devido a operações especulativas de sua filial de Cingapura. A libra tem uma queda recorde de cotação. Em julho, Major vence a disputa pela liderança do Partido Conservador, um mês depois de renunciar.

No mesmo mês, em Belfast, capital da Irlanda do Norte, a libertação de um soldado inglês, condenado à prisão perpétua pelo assassinato de uma jovem católica em 1990, provoca conflitos, com o incêndio de cerca de cem veículos durante manifestações de protesto.

Dados gerais

Nome oficial: Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte (United Kingdom)

Nacionalidade: britânica

Capital: Londres

Idioma: inglês (oficial), gaélico (Escócia e Irlanda do Norte)

Religião: anglicana – oficial, cristianismo (católicos, protestantes, metodistas, reformistas, batistas)

Área: 258. 256 km²

Localização: noroeste da Europa

Limites: Oceano Atlântico (N a SO), Mar do Norte (L), Canal da Mancha (S), Mar da Irlanda e Canal do Norte (O)

Características: formado pela Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, litoral com planícies (costa Leste), com estuários (SO), com escarpas (SE) e fiordes (Escócia), terrenos mais elevados (N e O), Montes Cambrianos (Gales) e Montes Grampianos (Escócia), vales com lagos (Escócia); planícies onduladas (centro); planaltos e colinas (Irlanda do Norte)

Clima: temperado oceânico

Hora local (em relação a Brasília): +3h

Regime de governo: monarquia parlamentarista

Divisão administrativa: 8 regiões subdivididas em 46 condados (Inglaterra)

Territórios administrados: Anguilla, Bermudas, Gibraltar, Hong Kong, Ilha de Man, Ilhas Cayman, Ilhas do Canal, Ilhas Geórgia e Sandwich do Sul, Ilhas Pitcairn, Ilhas Turks e Caicos, Ilhas Virgens Britânicas, Malvinas (Falklands) 4450, Montserrat, Santa Helena, Território Antártico, Território Britânico do Oceano Índico

Chefe de Estado: rainha Elizabeth II (desde 1952)

Principais partidos: Conservador, Trabalhista, Liberal-Democrata

Organização do Legislativo: bicameral

Câmara dos Comuns, com 651 membros eleitos por voto direto para mandatos de no máximo 5 anos, Câmara dos Lordes, com até 1. 200 membros da nobreza e do clero com títulos hereditários e/ou vitalícios

Constituição em vigor: não há Constituição escrita

Moeda: libra esterlina