JURA EM PROSA E VERSO

CONTOS MISTERIOSOS

A Procissão

Peru, ano de 1800 e pouco.

 Está história começa numa cidade do interior muito pequena. A cidade era rodeada por fazendas ela comportava uns 900 habitantes a cidade era uma rua.

O povo da aquela época era muito religioso. Eles eram muitos supersticiosos. Acreditavam em tudo. E também havia muitas religiões, tinha as dos pecadores, e dos fiéis.

A religião dos pecadores era a religião que eles usavam o demônio como o deus supremo, e faziam muitas outras coisas, como bruxarias, sacrifícios, muitos diziam que eles até se comunicavam com o demônio e que o demônio é que dizia como eles deveriam viver, como deveria ser o modo de vida deles.

E desde aquela época até os dias atuais, muitos dizem, que quem o demônio quer ele tem, quem ele quiser!

Pode ser homem, mulher, pode ser quem for.

Se ele te escolher você nunca mais será o mesmo.

Voltando a história, nesta cidadezinha havia muitas procissões. Toda a tarde às 17:00 horas, havia uma procissão que aparecia no começo da cidade e ao chegar no fim da cidade, todos as pessoas que caminhavam nessa procissão desapareciam.

E logo no meio da cidade, (quer dizer da rua, porque a cidade era uma rua que dava saída para muitas fazendas) tinha uma casa que morava uma jovem chamada Jéssica de uns 19 anos com sua avó Férula de uns 70 anos e sua mãe.

Porém sua mãe trabalhava, saia cedo antes de clarear o dia para ir trabalhar, ela era vendedora ambulante: vendia cintos, bolsas, coisas da aquela época.

Jéssica ficava com sua avó Férula sentada na janela da casa, que dava para a rua, onde todos os dias, elas assistiam a procissão passar.

 Um dia deu 5:00 horas da tarde e começou a passar a procissão, Jéssica como era de costume foi ver bem de perto e o que vinha conduzindo a procissão, era um homem bem velho ele trazia em sua mão uma vela acesa, e dera á para a Jéssica, mas coitada de Jéssica, mal saberia o mal que estava fazendo, tocando, e ficando com essa vela.

O dia terminou, e a manhã do dia seguinte chegou, quando Jéssica se deu conta, dois dedos de sua mão haviam caídos.

 Jéssica então correu para a avó assustada e sua avó pediu a um rapaz que havia passando para chamar um médico, mas enquanto o médico estava a caminho da casa mais partes do corpo da Jéssica estavam caindo, a hora que o médico chegou já havia caído um braço inteiro, os membros de Jéssica caiam como fossem comidos.

Então começou a cair as partes do outra braço.

Então médico sugeriu que eles chamassem um padre, porque era incrível!!

A hora que o padre chegou já havia caído a outra mão de Jéssica, então Jéssica contou ao padre a história, e ele assustado disse:

- Oh meu Deus aquela procissão é a do demônio, você terá que destruir o demônio, mas ele não deixará de habitar a terra mas sim a forma que ele está (que era o velhinho que conduzia a procissão).

Enquanto isso, já havia caído o outro braço de Jéssica.

O padre então disse:

- O demônio nunca aparece duas vezes no mesmo lugar, você tem que achá-lo na procissão e devolve-lo a vela até o fim do dia de hoje, se não você morrerá que é o que ele quer.

Então deu 17:00 hs e a procissão começou a passar e ela avistou o velhinho no último lugar, então sua avó correu e lhe entregou a vela, e na mesma hora no mesmo minuto que ele tocou na vela, todas as pessoas da procissão desapareceram e nunca mais essa procissão passou por aquela cidade.

E Jéssica não voltou ao normal, ficou sem os dois braços, (quer dizer o demônio comeu os dois braços dela).

Muitas pessoas juram por Deus que está história aconteceu.

Mas acredite quem quiser.