JURA EM PROSA E VERSO

CONTOS ERÓTICOS

TIA LILI (ANTONIO VICTOR)

Numa manhã de segunda feira, após 24 h de plantão eu chego a casa e me deparo com Liliane à esposa de meu tio que havia chegado ao RJ para fazer inventário de seus pais. Apesar dela já ser casada com meu tio há 10 anos era há segunda vez que nos víamos pelo fato dele ser um tipo de pessoa que não liga para visitar seus familiares. Eu então cumprimentei minha tia e apesar da pouca diferença de idade, uns sete anos, eu a chamava de senhora, bem como lhe pedia benção.
Ela uma morena linda, um pouco gordinha com seios fartos e uma linda bunda estava vestida com uma bermuda de lycra preta e tinha um pacote lindo e seus óculos adicionava um ar de intelectualidade na minha mente surgia à pergunta: Será que meu tio ainda consegue saciar essa mulher?

Tomei um banho e fui descansar e na hora do almoço levantei e como de costume fui assistir aos noticiários e ela na sala dividia a minha atenção entre a televisão e aquele lindo par de coxas. Nisso falaram sobre o carnaval carioca e ela me disse que estava a fim de fazer uma visita a um ensaio de escola de samba, pois estava fazendo sua pós-graduação em literatura e falaria sobre carnaval. Retruquei sobre os riscos dela ir sozinha, devido à localização de algumas agremiações, próximas a comunidades carentes, algumas até perigosas, e ela me pediu: Sobrinho, leva sua Tia.

Nessa hora lembrei-me de um amigo que fazia segurança na Portela e fui informado que na sexta feira haveria ensaio da bateria e alinhei com ele a minha ida até e que precisaria falar com alguns diretores e mestres para enriquecer o trabalho de minha Tia meus pais assim como ela ficaram felizes com minha postura, pois eu não gosto de freqüentar esses ambientes, meu tio ao ligar a noite agradeceu minha postura.

A semana foi passando e Liliane começou a ficar mais solta no apartamento e um dia fez questão de passar minha farda e às vezes eu assistindo televisão ela levava suco para mim eu então permiti que ela usasse o meu PC para ir fazendo suas pesquisas da faculdade foi quando descobri que tínhamos algo em comum. Gostávamos de ler contos eróticos;  e pesquisando o histórico do computador, vi que os três últimos eram sobre tias e sobrinhos. Aquilo me deixou louco de tesão por ela.
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Chegou a tão esperada sexta feira e por volta das 22h00min nos arrumamos e partimos para a Azul e Branco de Madureira. Eu de bermuda, blusão e sapato e ela com uma bermuda de lycra, um camisão e sandália. Ao chegarmos lá fomos direcionados para a diretoria de bateria, onde ela entrevistou alguns integrantes e tirou algumas fotos e depois de concluída aquela etapa ficamos aguardando o inicio do ensaio. Após todas as anotações feitas peguei dois Chopps e bebemos, e ela caiu no samba e eu atrás dela, roçando naquele rabo. Assim que ela percebeu, disse-me:  Menino, eu sou sua tia e eu lhe disse e eu seu sobrinho, mas não sou Queiroz que traz mulher para nós.

Ela sorriu e disse muito bem nessa hora eu peguei em sua cintura e ela se virou para mim e começamos nos beijar como um casal de namorados e sem demoras a convidei para deixarmos a Portela, pois agora quem queria entrar em ação era a Mangueira e fomos para o hotel Barão na Pça Seca. No caminho fomos nos beijando e nos acariciando. Ao nos hospedarmos, fiz questão de chama-lá de Tia na frente da recepcionista, tomamos aquele banho romântico e começamos a nos deleitar naquela cama começamos a nos beijar.

Ela foi beijando meu peito e foi descendo até a minha piroca e começou a mamar de uma maneira exemplar e eu pegava na sua cabeça e a conduzindo nas mamadas e chamando mama tia Lili ela pediu para que eu ficasse de joelhos e ela de quatro me mamava e eu dedilhando seu cusinho que segundo ela só havia dado quatro vezes. Coloquei-a deitada na cama e comecei a chupar a sua buceta sem pressa, pois ainda era uma da manhã e teríamos muito pela frente, pois havia dito em casa que ficaria até o final 05h00min da manhã. Levantei uma de suas pernas e introduzi meu pau naquela xana raspadinha e cheirosa enquanto ela gritava: Mete sobrinho na sua Tia! Me como sobrinho gostoso!
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E sem pena eu socava na minha Tia Lili que gritava, chorava... ela gozou varias vezes naquela posição a coloquei agora de lado e tornei a meter naquela buceta. As estocadas eram fortes, a a batida de corpo com corpo dava mais tesao ainda, ela estava ansiosa para ser comida de quatro que é a posição que mais adora, e assim eu fiz a colocando de quatro, soquei um bom tempo em minha Tia ,tirei e comecei a lamber seu cusinho e comecei a penetrar naquele rabo pouco usado e ela gritava : - Sobrinho safado, come sua Tia carente, come! Eu dava vários tapas naquela bunda, e ela dizia come meu cu filho da puta, eu puxava aquele cabelo escovado e socava mais na tia Lilia.

Quando eu estava para gozar ela me pediu leite na boquinha e assim eu dei e ela emendou um boquete. Trepamos gostoso até as 5 da manhã e fomos para casa eu dormi a amanhã toda e acordei para almoçar e falamos como fora na Portela ela me agradeceu mais uma vez pelo apoio no trabalho. E como eu estava entrando de férias naquela semana, ela foi minha mulher nas visitas que eu fazia em seu quarto, pela madrugada, assim como nas saídas de meus pais.

Autor: Antonio Victor.