JURA EM PROSA E VERSO

CONTOS ERÓTICOS

 

“O castigo da menina má” – Daddy e baby girl

Marquês Leonardo Strecht

 

Eu não queria ter feito aquilo com ela, eu não me senti bem a fazendo passar por aquilo. Na verdade se eu pudesse voltar no tempo e desfazer aquilo, eu o faria sem medo de ser visto como um Dom sem firmeza nos atos. Porém, a traição dela me faz ter orgulho de toda humilhação que a fiz passar… E lhes confesso que na hora a adrenalina quase me fez levar a minha escarificação a níveis que fariam Sade ter medo de mim e gritar pela mamãe.

Tudo começou numa bela manhã de sábado. Estávamos eu e ela passeando por aí como um casal “baunilha” normal. Ela estava linda em sua coleirinha, um vestidinho azul e sandálias. Eu mesmo a vestia e a mimava nos mínimos detalhes. Eu a tratava como uma bebê de verdade (sim amigos, infantilismo). Estávamos numa loja de brinquedos. Como ela tinha sido uma submissa exemplar durante a semana, permiti que ela pedisse um passeio e qualquer presente. Preciso mesmo dizer que ela, como uma criança grande pediu para ir ao parque, loja de brinquedos e comprar uma nova chupeta e mamadeira? Pois bem… Um bom DaddyDom sempre se mostra zeloso e amável com sua criança. Ao fim de quae 2 horas escolhendo brinquedos, filmes infantis e outras coisas, fomos ao caixa.

Até que a caixa foi bem simpática conosco, um amor de moça. O que me incomodou mesmo foi ver o olhar que Melissa e ela trocavam. Fui discreto, claro, mas deixei claro a Melissa que aquilo foi muito “feio” e que aquilo magoava muito o “Papai”. Ela entendeu e ficou um bom tempo tristinha, calada e de cabeça baixa. Para desfazer a minha faceta de “Papai zangado” a levei para tomar sorvete e num parquezinho andar de roda gigante, barca, entre outros. Ahhh o sorriso dela logo voltou. E que sorriso lindo ela tinha. Fomos para a casa e naquele dia fizemos o mais genuíno amor que uma sub pode dar a um Dom. No domingo, pela manhã, acordamos, fomos passear na praia e ao meio dia estávamos de volta em casa para almoçarmos e de tardinha tiramos uma soneca juntos. Perfeito, não?

Mas nem tudo são rosas e eu não sabia o que estava por vir. Umas 18 horas a deixei em sua casa, a uns 40 minutos da minha. A semana toda foram contatos por telefone, email, I.E. Tínhamos contato por todos os lados. Numa quarta se bem me lembro, entrei no email dela. Meus emails, alguns emails a trabalho (Melissa fora de minha casa se chamava Carina e era uma professora de jardim muito requisitada), mas tinha uma tal de “Dominadora Fada Branca” nos emails dela. Marcando encontro com a minha criança, sem me pedir? Ok, ok, Anael. Calma… Vai ver a “Fada Branca” é uma amiga de trabalho dela. Na sexta feira a coloquei contra a parede de uma forma bem peculiar. Escondi as chupetas, mamadeiras, a deixei nua e a vesti uma camisa de força. Acorrentei os pés e a deixei de ponta cabeça. Aquilo deixou ela molhada, eu senti o cheiro dela. Mas ao mesmo tempo deixou ela meio travada, sabe? Aquela sensação de que algo está errado e que você não tem muita saida… Vocês me entendem, não é?

Dentro da masmorra fiz uma série de perguntas. Cada coisa que minha intuição apontava mentira era uma agulhada (daquelas de exame de medula óssea) bem simples na bunda. Depois de 50 perguntas (e inacreditáveis 20 agulhadas), ela parecia ter me dito a verdade. A liberei daquilo e bem, o fim de semana, apesar desta nuvem negra pairando em minha mente, até que foi bom. Início de semana e noto-a longe de mim, longe desse mundo. Na quarta a tal “Dominadora” retorna o e-mail marcando um encontro com ela no Shopping. Eu sou ateu convicto e pra mim, Deus é uma invenção. Porém se aquilo estivesse acontecendo na época em que eu ainda o considerava, eu teria pensado: “Deus, não deixe meus temores se confirmarem…”. Mas infelizmente eles se confirmaram quando eu fui ver a resposta dela. Ela aceitou o convite e aquilo veio como uma facada em minha alma. Onde eu errei com ela? Será que sou um DaddyDom muito carinhoso, muito presente? A terceira sexta feira chegou e foi tudo como de costume… Ou quase tudo. A peguei em casa, mas não dei um pio do caminho até minha casa. Ao chegar lá, continuei frio por mais que ela me pedisse carinho, beijinho, chupeta. Eu dava tudo, mas com o olhar mais seco e sem vida. Quando ela me dizia que me amava, aquilo me cortava, de verdade. Eu respondia “Hum… Idem”. Nada de “O papai também morre de amores pela criança dele”. No domingo, a deixei em casa ao meio dia e ela não entendeu. Ainda sim fui mais além e disse que na quarta eu faria uma viagem para fora do país. Tecnicamente eu a deixei sem coleira e sim, eu permiti que ela se divertisse. E propositalmente aceitei o “chifre”. Você não entendeu né? Calma… Você saberá…

Na Sexta feira à noite, no horário que ela marcou eu estava lá no shopping de longe e disfarçado. Eu estava vendo ela com a roupa que fomos ao shopping da última e… Não… Não era possível. A Dominadora era AQUELA CAIXA SIMPÁTICA! Naquela hora me segurei pra não correr atrás dela (e nem podia, estava quase tendo uma estafa nervosa. Lembro-me que quase apaguei, mas consegui ser forte). Indo ao subsolo onde funcionava o estacionamento e um outro serviço desses de limpeza de carro, percebi um movimento de homens, todos assustados e abobalhados com o que viam. A cena era bonita, assumo. Era lindo ver uma mulher entregue a outra… MAS ERA A MINHA MULHER, A MINHA SUB… Apenas pigarreei bem seco e alto. Carina arregalou um olho e mal conseguiu se mover. Havia gozado e eu vi aquele negócio branco espirrar. A tal da Dominadora veio de dedo na minha cara aos berros dizendo que homens não prestavam e todo aquele discurso lésbico. Era bem mais alta que eu (eu tenho cerca de 170 cm. Uma brancona bonita, de verdade. Cabelão nas costas, pés lindos e um salto Scarpin 20, o que a deixava com quase 190 cm). Não sei por que, mas a minha reação foi dar-lhe uma cabeçada com todo ódio. Ela caiu tonta esvaindo sangue no supercílio me olhando morta de medo. Sem muito que fazer, só restou a ela baixar a cabeça e saber que ela tinha mexido com Melissa, a “criança do Marquês Ramsés”!

Quando vi Catarina ali nua e gozada, apenas respirei fundo e avisei que ela estivesse preparada para o pior dia da vida dela. Apenas a olhei e disse em alto e bom som que ela estava livre…

A minha semana foi a pior de todas que vivi… Uma de minhas empresas beirou a falência, um grande amigo meu morreu e eu estava ali sem ela e ao mesmo tempo estava morto de ódio. Na quinta ela me liga implorando aos prantos se explicar. A atendi com todo amor do mundo e disse que resolveríamos isso. Na sexta a recebi como uma Rainha. Banquete, bebidas, doces… Ela me sorriu e eu sorri a ela. Fizemos o melhor sexo, O MELHOR MESMO aquele noite. Meu coração estava sangrando, mas minha honra e nome estavam mais e isso NINGUÉM, NEM MESMO OS MEUS INIMIGOS OUSARAM DESAFIAR! No sábado a acordei de uma forma, hum, diferente… Um belo balde d’água e bem gelado. Eu estava ali do lado dela e ela, meio zonza sem entender nada.

Para começar o dia, uma boa punição era a estiradeira. A deixei ali estirada naquele artefato medieval por cerca de 2 horas. Ela estava ali já reclamando de cansaço. Fui até ela e lhe rasguei as roupas (que já estavam bem velhas e fedidas. Não era um fedor sujo, era um fedor um tanto… Natural) e lhe apliquei algo que eu achei realmente doloroso. Uma argola em cada mamilo e nessas argolas, estruturas que se ligavam aos pulsos. Se ela puxasse os pulsos, puxaria os mamilos. Ah sim… Ela estava bem assustada. Não bastasse isso, tocava em alto e bom som uma música pesada lembrando de longe aquelas músicas associadas ao Egito Antigo. Ela me olhava sem entender nada e eu, frio e inerte (até excitado) a mumifiquei. Botei seu corpo numa espécie de sarcófago e sorri um tanto macabro. Um balde, dois baldes… 4 baldes de baratas jogadas por cima dela no caixão e o mesmo devidamente trancado por alguns minutos. Os gritos dela eram agudos, de pânico. Eu sabia que ela tinha HORROR A BARATA e por isso mesmo eu a deixei uns 30 minutos ali dentro com as baratas. Passado esse tempo, a tirei ainda mumificada. Era estava fedendo a urina e fezes de tanto medo. A olhei bem no fundo dos olhos e lhe estapeei a face. Ela caiu e chorou. A peguei pelos cabelos com raiva e a banhei ali mesmo. Quando ela estava perfumada, a levei para o açoite. Foram as 80 chibatadas mais dolorosas que já dei em alguém. Ela implorava pra parar, estava se urinando novamente de dor e eu então a penetrei com força, segurei-lhe os cabelos como quem segura a crina de uma égua de raça e apertei-lhe a cintura com raiva, indo e vindo. Quanto mais ela gritava, mais eu a penetrava.

Lembro-me que cheguei ao extremo de arranhar-lhe as costas com luvas que imitavam bem as luvas daquele sujeito dos cinemas que era o medo de muita gente. Ao ver aquelas costas com linhas aleatórias bem vermelhas, senti que era hora de parar. Mas antes precisava dar a punição de misericórdia. A fiz se ajoelhar aos meus pés sobre o milho enquanto me fizesse um oral. Eu sentia as dores dela e era isso que me alimentava a ereção. Ao sentir que ia gozar, ordenei que parasse e gozei em sua cara, a pegando pelo pescoço e enforcando. Um tapa curto e reto. Ordenei que ela lesse uma das cláusulas do contrato e ao prantos ela leu tudo. A fiz dar ênfase na parte onde a sua liberdade condicional quando eu não estivesse presente estava TOTALMENTE ANULADA CASO ELA SE ENVOLVESSE COM UMA MULHER. Com isso, a soltei com a sensação de dever cumprido, mas eu precisava ser e me mostrar um Dominador que pune, mas não deixa de amar. Vendo todo seu sofrimento, choro de uma criança desprotegida e vendo todo aquele sangue escorrer, não teve como ser uma pessoa ruim.

A peguei nos braços e a levei para o nosso quarto onde eu lavei suas feridas com todo amor paterno, dei-lhe roupas lindas e frescas e sim, fui até a cozinha lhe preparar uma mamadeira bem reforçada do jeitinho que ela gostava. Quando cheguei até ela, ela me olhou e me estendeu as mãos… Assim feito, a tomei em meus braços e lhe dei, depois de um dia todo de abstinência e jejum, a única coisa que poderia saciar-lhe a fome aquela altura da madrugada de domingo: Uma mamadeira, meu amor e meus braços, além de sua inseparável coleirinha rosa…

Texto por Marquês Leonardo Strecht