JURA EM PROSA E VERSO

CONTOS ERÓTICOS   

Nossa aventura. Jura e  Luciana. A Praia.

 Autoria de: “Gata da noite”, com modificações introduzidas pelo Jura em Prosa e Verso.




 

Luciana sempre gostou de uma praia, principalmente porque adora tomar sol, ficar com aquela marquinha pequenininha do lacinho do biquíni. Adora a cor dourada que o seu corpo fica com algumas horas de sol e principalmente porque seu desejo sexual aumenta muitíssimo. Fica deliciosa, tarada e com vários desejos.

 

Vou contar pra vocês como eu, o Jura em Prosa e Verso, realizei meu sonho antigo, de transar na praia. -

 

Descemos ate o litoral eu e Luciana, com sua família, mas nos nossos planos tínhamos que ficar sozinhos em algum momento, para aproveitar e nos dedicarmos a nossas fantasias sexuais.

 

Depois de alguns dias com cerco de todos os lados, percebi que teria que ser na calada da noite para ter mais privacidade. Assim, tão logo escureceu resolvemos ir a praia sozinhos. Já que estava chovendo, ninguém iria nos acompanhar e foi assim que paramos o carro num estacionamento de uma praia vazia.

 

Com a chuva fininha, a praia estava deserta, mas  muito quente e meu corpo caliente.

 

Tão logo chegamos a areia fomos nos beijando na boca. Aquele beijo de língua ardente, cheio de desejo, descendo ate os seios dela onde circundava os biquinhos já durinhos. Comecei a morder os  bicos dos seios bem devargazinho e a gemer de prazer.

 

Ela abriu as pernas mal cobertas com uma mini saia bem pequenininha e eu empurrei a calcinha fio dental de lado, começando a passar o dedinho.

 

Luciana ficou de joelhos e desceu a língua e fui me abrindo mais e mais e ficando cada vez mais duro e com mais tesão.

 

Quando não aguentávamos mais de calor, eu a peguei no colo e carreguei até fora da praia, até o estacionamento, onde a coloquei sobre o capô do carro.

 

É claro que estes preparativos a deixavam cada vez mais molhadinha e pronta.

 

A roupa branca de Luciana foi ficando cada vez mais transparente e eu chupando, cada vez mais, abrindo bem suas pernas, e olhando dos lados para ver se não tinha nenhum curioso por lá.

 

Enquanto isso, eu continuava mordendo e lambendo deliciosamente, tudo que encontrava pela frente, peitos, coxas, clitores, etc....

 

Quando vi que ela não aguentava mais de tesao, direcionei meu pau duro e grosso e enfiou tudo lá dentro. Luciana, é claro, gemeu de prazer.

 

Enquanto sua buceta engolia aquele delicioso pau, fui tirando aos poucos, a sua roupa, até deixa-la completamente nua, ao luar

Eu adorava e gemia tanto que nem me incomodava se alguém estivesse olhando.

 

Fui metendo muito nela, tirando e colocando,  chamando de tesao, de gostosa, falando que era muito macia, molhadinha, etc...

 

Aí eu a coloquei de novo nos meus braços e a levei nua para umas pedras que havia ao lado, e a coloquei lá, de pé. Ela encostada nas pedras, eu me abaixei e fui chupando atrás, por baixo, lambendo atrás bem gostoso.

 

Luciana já estava gozando, no  clímax perfeito e pediu que eu empurrasse o pau todo na sua buceta porque seu desejo assim exigia.

 

Eu então abri ainda mais as pernas, mandei que ficasse de costas pra mim e abaixasse o tronco, de modo que a bunda ficasse bem empinada, e eu pudesse penetrar sua buceta, por trás.

 

 Ah! Foi bom demais!.

 

Enquanto isso, eu puxava o seu cabelo com forca para trás e apertava o seus seios, ora um ora outro, com a outra mão.

 

Foi quando comecei a gozar muito e pedi que colocasse meu pau na sua boca pra gozar dentro dela, bem gostoso.

 

Ela conseguiu colocou o pau dentro da boca, e ali, bem quentinho, e foi engolindo devagarzinho tudo, e chupando cada vez mais, e o pau latejava dentro da sua boca, inteirinho, ate não sobrar nada.

 

Uma amiga e confidente nossa, daquelas que não sabe guardar segredo, alguns dias depois, me contou que Luciana fizera a ela esta confidência:

 

- Eu vivi o melhor momento da minha vida. Você não sabe, minha amiga, como é bom ter o Jura como meu homem do momento, com aquele pau enorme e grosso enfiado ora  na boca, ora na buceta, empurrando às vezes com força  , gemendo mais alto ainda do que eu, outras vezes tirando e botando devargazinho, e novamente empurrando com forca, e repetindo isso várias vezes. Foi demais.

 

 

Nós adoramos aquele momento maravilhoso.

 

Fomos relaxando, depois nos beijamos com calma e fomos pro carro. Luciana conseguiu vestir, de algum modo sua roupa molhada e fomos pra casa felizes.

 

Duro foi explicar depois, para o pessoal, como ficamos naquele estado, molhados e amassados.