JURA EM PROSA E VERSO

 

CONTOS ERÓTICOS

 

 

Meu marido arrombou o cu de minha irmã

 

Autor: Bratt (COM ALGUMAS MODIFICAÇÕES  INTRODUZIDAS PELO JURA EM PROSA E VERSO)

 

 

 

Quem conta é a irmã de LUCIANA.

- Minha irmã LUCIANA, é muito dada comigo, ela é um pouco baixinha, tem bunda grande, seios fartos, cabelo encaracolado e um lindo sorriso.

Uma moreninha gostosinha.

Seu grande problema é o seu marido, que a maltrata demais, é grosso, machista, ignorante, mulherengo, e infiel demais.

Aliás, eu já usei ele, só para dar o troco para o meu marido e pra esta minha irmãzinha, que me traiu também.

No mês de dezembro ele vieram passar as férias em minha casa. Do meu casamento, notei uma amizade muito além do aceitável, entre meu esposo e minha maninha LUCIANA, a Luci da nossa família.

Nesta feria, como ela estava brigando demais com seu esposo, ela chegou a conversar comigo dizendo que estava há 5 meses sem transar, e perguntou como estava indo minha relação e muitos outros detalhes, inclusive o tamanho do pau de meu esposo e se eu fazia sexo anal.

É claro que não respondi a esta última pergunta. Apenas sorri.

Quanto ao pau, dei bastante detalhes, e isso despertou sua libido.

Por vezes, vi meu esposo abraçando ela fraternalmente, beijando em seu pescoço, acariciando sua costa e etc... de um jeito que eu quase pensei que não era tão fraternalmente assim.

Como estava desconfiada deles, resolvi tirar a prova à limpo.

Meu cunhado disse que queria passar uns dias no interior, curtindo as praias. Minha Irmã LUCIANA logo disse que não iria, e que ele poderia ir só.

Minha chance apareceu; disse ao meu esposo que precisava comparecer a uma reunião às 19;00 horas e que poderia demorar. Perguntei se ele não se incomodava ficar em casa fazendo o jantar. Ele logo aceitou.

No horário de sair, me arrumei, peguei o carro e deixei o portão destravado. Deixei o carro estacionado na esquina e voltei correndo. Como já estava escuro, fui pelo lado da casa e por um buraquinho que existia na janela do quarto vi o que já esperava: minha Irmã, com blusa abaixada, e meu esposo chupando seu seios, enquanto ela gemia baixinho. Ora ele chupava um, ora outro.
Em certo momento, baixou sua calça de lycra. Minha irmã LUCIANA estava sem nada por baixo; dava de ver que sua buceta era bastante cabeluda e negra, característica de nossa família.

Ele meteu o dedo e ficou movimentando. Ela torcia a cabeça, fechava os olhos e lambia seu próprios lábios, fechava as pernas e se contorcia.

Ele enfiou seu três dedos e movimentava em rápido, eu, do buraquinho da janela,  podia ver e ouvir aquele som de batida, característica de uma buceta, quando está encharcada de gala.

LUCIANA se apoiou no seu ombro e ele continuou a meter o dedo na sua buceta. Não aguentando mais, ele deitou ela na cama, tirou o pouco de roupa que ela usava, e começou a chupar sua buceta. Ele chupava como louco sua bocetinha que já estava encharcada de tesão.

Ela empurrava sua buceta contra sua boca e rebolava e dizia:

- Isso! Chupa minha bucetinha, chupa meu gostoso!

Não agüentando de tesão, meu marido a colocou de quatro e lambeu seu cu também. No momento, ele mandou LUCIANA sentar e pediu para chupar seu pau.

Ela baixou sua bermuda e aquela pica cabeçuda e enorme apareceu.

- ““Meu Deus como é grande, eu não vou chupar isso, não cabe na minha boca”.

Ele disse:

- Vai sim!!... e segurou sua cabeça, e enfiou o pau na sua boca.

Naquele momento, vi minha maninha com o pau dele na boca, quase engasgando, mas com os olhos revirando de gozo e prazer, aquela vaca.

E meu marido foi fudendo na sua boquinha , enfiando seu caralho. Segurava-a pelos cabelos, puxava toda contra seu pau, parava e segurava.

Minha mana lutava em vão para tirar aquilo da boca. Meu marido enfiou o cacete até sua garganta. Senti que LUCIANA se engasgou, e quase vomitou. Quando vi lágrimas correr em pelo rosto, ele tirou o pau, e ela teve ânsia de vômito novamente, e vi que foi ficando uma saliva grossa, espessa, grudada no pau e na sua boca.

Ele estava para gozar dentro da boca da minha irmã LUCIANA. Ele segurou-a forte e urrou alto e derramou seu esperma todo dentro da boca dela.

Ela correu para o banheiro, ele foi atrás e eu só podia ouvir ela dizendo que não queria mais, ele achava graça, ela dizia não, pára, não...aiiii.

Acho que ele estava tentando comer seu bumbum.

Em pouco tempo, eles voltaram.

Ela sentou na cama e colocou o pau do meu marido na sua boca novamente e começou a chupar. Sua boca em torno do cacete era a coisa mais incrível que eu já tinha visto, estava toda aberta e preenchida. Minha mana engoliu tudo e continuou chupando não permitindo que seu pau amolecesse.

A seguir ela deitou na cama, abriu as pernas expondo por completo sua xoxotinha pequena e pediu:

- Agora meu cunhadinho vai me foder, vem comer sua cunhada, vem, enfia esse pauzão, estou louca pra experimentar outra pica, vem foder sua cunhadinha”!.

Ele Foi pra cima dela de vara em riste e ela mesma colocou seu pau no lugar certo, pedindo que eu lhe enfiasse a pica. Ele fez como ela mandou enfiou com força.

Ela deixou escapar um grito agudo em meio a frase:

-  “Aaaaaiiii é grande demaaaaais, pára... para.. tira por favor”!

Ele parou e tirou aquela picona toda cheia de esperma, e minha irmã LUCIANA pediu um tempo.

Passaram-se alguns segundos e ele voltou pra cima dela, e iniciou um movimento de vai-vem lento, porém firme, forte. Ele parecia estar enfiando todo aquele cacete na bocetinha “apertadinha” da maninha, mas não tava não. Era só a cabecinha e mais um pedacinho que estava entrando.

Minha irmã LUCIANA soltava um gemido contido a cada movimento de entrada.

Eu observando do buraquinho na janela, estava já toda molhada, sentindo o tesão dela. Era um tesão imenso, estava vendo ela se deliciar com meu homem.

Não demorou nem cinco minutos e as estocadas já estavam mais rápidas e violentas. Ela gemia alto, mas agora pedia para não parar.. Eles se abraçaram e se beijaram gostoso na boca, e gozaram junto e assim ficaram por um tempo. Ele passava a sua mão no rabo dela, sua cintura fina realçava o quadril escultural e o traseiro maravilhoso.

Ele pediu seu cu, então LUCIANA, virou e empinou seu bundão, e ele segurou pela cintura e começou a enfia sua língua no seu toba e depois começou a brincar com os dedos e ela gemia muito , aos poucos foi se acostumando.

Então minha irmã LUCIANA disse:

- “Pode comer meu cu, mas se eu não aguentar e gritar de dor, voce tira”

Ele sentou por cima de seu bundão, abriu-o, admirou por uns segundos, e ficou pincelando e cuspindo no cuzinho, para facilitar a entrada, e começou a enfiar devagarinho aquela cabeçona. Ela gemia e rebolava o bumbum e suspirava a cada milímetro que entrava no seu cuzinho.

Modestia à parte, meu esposo e muito bom na arte de comer um cuzinho. Gradativamente ele foi metendo e estocando. Ele acariciava seu clitóris, seios e pescoço, ela já gemia alto:

- Hummmmm que delicia de pau!!! Como é bom sentir seu pau entrando e saindo no meu cu. Ele empurrou um pouco e ela deu um gemidinho, mas gostou e inicio o vai e vem, no começo devagar, mas depois começou sentir tesao começou a acelerar, acho que entrou a metade da rola no cuzinho dela.

LUCIANA pediu então que ele enviasse toda a pica de uma vez, com força, sem dó.

Ele segurou-a pela cintura e empurrou com força, mas ela, mesmo chorando de dor, dizia:

-  “ Aiiiii... meu cu tá doendo muitoooo, e colocou a mão para trás com o braço esticado tentando empurrar, mas dali ele não sairia, estava dentro e dentro ficaria.. Sem parar ele continuou a socar mais forte eu, do buraquinho da janela, fiquei louca de tesão, e a minha buceta molhadissima, escutando ela gritar.

Lembrei que ele fez o mesmo comigo.

Ele apoiou ela em um travesseiro, segurou suas pernas e montou em cima dela e começou novamente as bombadas.

O corpo pequenino de LUCIANA desaparecia embaixo daquele gigante, e acho que o peso do meu marido, imobilizava-a, fazendo com ela fizesse movimentos lentos e cadenciados e isso deixava o excitado, então ele enfiou até os ovos no cu dela. Parou, ficou dentro, empurrando firme, sem movimentar.

Ela chorava copiosamente, gritava e se debatia e pediu:

- Pelo amor de Deus não agüento mais seu pau enorme no meu cu, chega, aiiiii...tá me rasgando.

Quem disse que meu marido parou?

Ele continuou segurando-a pela cintura, tirou até a metade e enterrou em seguida com força. Foi outro grito alto. Aos poucos ele continuava, já tirava até a cabeça e metia novamente.

LUCIANA chorava, gemia e se debatia, batia com as mãos no colchão, agora de prazer, com a mão enfiada na boceta se masturbando e mandando foder gostoso seu cu. Ele Metia com vigor, depois parava seu pau, e deslizava para dentro e para fora, o obstáculo foi vencido. Ele parou e gozou no seu reto.

Minha maninha ficou chorando na cama e meu esposo tirou seu pau melado de gala e derramou o resto em sua costa.

Ele arrombou o cuzinho da maninha, e quando tirou o cacete, abriu a bunda dela, e seu cu estava um buraco enorme, pois o esfíncter relaxou.

Para completar, enfiou e tirou o pau.

No dia seguinte, LUCIANA não quis e nem podia sentar na cadeira. Perguntei o que tinha acontecido, ela disse que era uma ferida na sua perna. Mas eu sabia a verdade e prometi que ia à desforra.