JURA EM PROSA E VERSO

 

CONTOS ERÓTICOS

 

LUCIANA, MINHA ENTEADA INOCENTE

 

Autor: Jura em Prosa e Verso

 

 

Oi! Eu sou o Jura em Prosa e Verso e tenho um enteada, que se chama LUCIANA, e hoje tem 22 anos. Somos todos de Tanquinho, na Bahia, terra do requeijão e da manteiga, da fartura e da alegria, verdadeira capital do mundo.

Apesar de ser minha enteada, até hoje Luciana me chama de tio.

Mas o conto erótico, naturalmente saído da minha imaginação e criatividade, e que me disponho a partilhar com vocês, começou bem antes...

A partir de agora, imaginem que tudo que eu estou contando aconteceu mesmo, de verdade. Luciana, minha querida e inocente enteada, tinha bem menos idade que hoje, nem me lembro quantos anos ela tinha, naquele dia.

Por acaso eu fiquei em casa, porque me deram folga no trabalho, e aí a minha enteada chegou mais cedo da escola.

Eu estava no banheiro, sem cueca, fazendo a barba e ela entrou sem avisar. Ao me ver nu ela ficou parada, com os olhos no meu pau...

Eu continuei fazendo a barba, e ela foi diretamente pro seu quarto. Decidi que depois ia conversar com ela.

Quando terminei, fui vê-la no quarto e para minha surpresa a porta estava aberta e eu entrei, devagarinho, sem que ela notasse.

Minha enteada Luciana estava sentada na cama, com a blusinha da escola e só de calcinha... com as pernas abertas e passando a mão na bucetinha, como que por instinto.

Eu, é claro, depravado como sou, principalmente quando estou imaginando e criando estes contos, fiquei olhando cheio de desejo por aquela menininha safada... ela passava a mão na calcinha e se retorcia toda...

Quando ela me viu já dentro do seu quarto, parou na hora... assustada...

Eu fui chegando bem devagar perto dela e ela lá parada na cama, de perna aberta... o meu cacete estava ficando rígido, dentro do calção, latejando.

Ainda em pé, ao lado da cama, peguei sua mão e coloquei sobre meu calção, fazendo-a apertar aquilo grosso e comprido. Ela nem sabia o que fazer com ele, mas o seu toque inocente, mesmo por cima do calção, foi deixando ele cada vez mais duro.

Fui conduzindo sua mão, colocando-a dentro do calção, fazendo com que ela pegasse diretamente o pênis e começando a ensinar pra ela como bater uma punheta gostosa. O leitor pode acreditar. Ela fazia direitinho, com a mão, o que eu ensinava e meu pau queria que ela fizesse.

Depois sentei na cama e perguntei se ela queria vir no meu colo. A putinha prontamente levantou da cama e enquanto ela vinha eu tirava totalmente o calção. Minha enteada Luciana subiu no meu colo, sobre minhas pernas, de costas, com a bundinha virada para mim.

Enquanto meu pau roçava sua bundinha, com a mão fui procurando, tirando totalmente sua blusinha da escola, e depois puxando e rasgando totalmente a calcinha dela a ponto de tira-la toda e deixa-la com a bucetinha livre e solta.  Logo a seguir passei os dedos pela sua bucetinha, durante algum tempo, tentando enfiar um pouquinho um dos dedos, mas sem sucesso.

Depois puxei minhas mãos e segurei suas nádegas.

Enquanto isso ela deslizava num vai vem gostoso em cima do meu pau.

Nossa!!!! Foi me dando um desejo tão grande, que eu pressionava sua bunda com as mãos  e sua bucetinha com meu pau... Eu estava tão duro que  meu pênis doía de tesão enquanto ela gemia bem baixinho.

Voltei as mãos para frente dela, num abraço, e peguei de leve seus peitinhos, que eram tão pequeninos, e se arrepiaram e eu pude sentir com minhas mãos seus biquinhos enrijecerem.

Aí ela disse:

- Nossa tio! Isso seu na minha bucetinha está muito duro! Tá tão gostoso, tio. Mexe mais ele aqui em baixo!

E eu respondi:

- É porque você me tira do sério, lindinha. Você é uma menininha muito esperta.

E nisso ela gemia tão gostoso que eu não conseguia parar....

Virei ela de frente pra mim e comecei a chupar seus peitinhos. Quando encostei minha boca no biquinho de um dos peitinhos ela se assustou com o prazer e tentou recuar, mas eu segurei firme seus ombros e trouxe o biquinho do peitinho de volta pra minha boca. Recomecei a chupar lentamente e ela se contorcia feito uma cadelinha, se contorcia toda e nisso ela, sem calcinha como estava, eu senti sua bucetinha encostando no meu pau.

Trouxe ela mais perto, de modo que a cabeça ficava bem no meio de sua rachinha ainda tão apertadinha e quase infantil.

Comecei a mexer seu quadril bem gostoso roçando meu pau na sua bucetinha e ela foi gemendo bem gostoso, dizendo.

- Titio, eu nunca brinquei assim, está ardendo minha bucetinha.. Mas tá bom! Aiii aii hmm...

- O tio está te ensinando, meu amor. Você vai fazer tudo o que o tio mandar, vai?

Ela assentiu, ela estava ficando fraca pra falar e eu já estava com meu pau bem na portinha da sua buceta, segurando suas nádegas e pressionando meu pau bem grosso nela e as pernas magras dela estavam abertas sobre o meu colo.... Eu... confesso que perdi a razão.

Quando ela deu um gemido mais alto, eu comecei a forçar mais. Mas a cabeça do meu pau não entrava de jeito nenhum. Estava muito pequena e apertada sua bucetinha e eu forçando, e ela começou a gemer de dor e tesão ao mesmo tempo...

Eu comecei a pressionar mais e nada... Só provocava dor.

Aí comecei a chupar seu peitinho de novo e ela abriu mais as pernas e o meu pau não entrava, Até que não agüentei mais, segurei sua bunda e empurrei com força sem dó.

Fui empurrando e ela gritando, e eu empurrando, até que senti que entrou um pouquinho.... Tirei, saí da cama, fiquei de pé e ajeitei ela na cama bem devagarinho, puxando-a para a  beirada da cama, colocando seus pés nos meus ombros, para que com as pernas bem abertas a bucetinha ficasse mais exposta, e mais pronta para receber pica.

Então recoloquei meu pênis no lugar donde nunca deveria ter saído, e fui enfiando mais um pouco. Nossa! Estava muito apertado o meu pau estava estrangulado de tesão...  latejando...

E eu fui enfiando bem devagar, empurrando mais, até que o hímen se rompeu e ela gritou. Aí não tive dó.

Enfiei tudo de uma vez...

E meu pau foi entrando, rasgando sua bucetinha e queimando suas carnes, comecei a enfiar e a tirar com força e ela começou a gemer bem alto agora de desejo.

Ela começou a se contorcer toda de desejo e eu enfiando meu pau grosso na sua bucetinha bem apertadinha.

O meu pau começou a ficar tão duro que eu metia nela como se tivesse fudendo mulher grande e experiente, tirando e saindo com tanta força, que meu pau parecia que estava cada vez maior dentro dela.

- Nossa tio! Está quente. Está apertado! Está gostoso.

Eu. ouvindo isso, enfiei tão fundo e tão rápido que ela dizia...

- Ai tio! Bota mais! Bota mais! Mais rápido! Nossa, que bom! Tio! Está quente! Está duro! .... aahhhhhhh

Ela se estremeceu toda de tanto gozar, enquanto aquela bucetinha apertava meu pau. Não resisti ao último apelo dela e meti ainda mais rápido e ainda mais fundo, até que tive um espasmo e gozei dentro dela, toda a minha porra.

Quando paramos, ela estava bem molezinha e dengosa.

 
Pode acreditar! Minha imaginação é fértil. Ela me aconselha a acrescentar ao meu nobre leitor, que nunca mais eu e minha enteada Luciana repetimos isso. E também nunca mais falamos a respeito. Apenas nos tratamos com carinho, até hoje.