JURA EM PROSA E VERSO

 

CONTOS ERÓTICOS

 

 

 

LUCIANA CONTA SUA EXPERIÊNCIA COM UM VIZINHO

 

Autor: É a própria Luciana quem conta

 

 

 

Olá!  Sou Luciana, amiga do Jura em Prosa e Verso.

Hoje tenho um pouco mais de anos. O que aconteceu comigo foi há alguns anos, quando eu tinha menos anos.

Com minha vasta experiência, hoje tenho namorados diversos, mas, confesso que tenho tara por cacete. Sempre fui assim. Quando tinha muito menos idade eu e um amigo meu, encontramos no carro do pai dele, um pênis de borracha e ficamos olhando e rindo e zuando.

Algum tempo depois comecei a ler contos eróticos. Li muitos contos e um dia me lembrei do pênis de borracha que tinha visto no carro e tive vontade de falar com o pai do meu amigo sobre aquilo que vi em seu carro. Éramos vizinhos e eu o via todos os dias e tínhamos alguma intimidade. Assim, um dia perguntei a ele o que ele fazia com aquele pênis de borracha. Ele riu e disse que era da sua mulher. Rimos bastante e guardamos segredo sobre essa conversa.

Aí cresceu em mim a vontade de ver o pênis dele. O de verdade. Bem ele costumava ficar no inicio da noite no carro, ouvindo música e era normal eu ficar ao lado dele, junto da porta, ouvindo também a música. Às vezes eu até entrava um pouco para ouvir e conversar, principalmente coisas de sexo. Quando estávamos a sós ele falava tudo e não tinha acanhamento algum para falar de pênis, de buceta, de sexo, etc... Eu também. Então um dia eu pedi para ver o pênis dele pois eu queria comparar com o de borracha que eu tinha visto algum tempo antes. Queria ver se o tamanho e a grossura eram assim mesmo. Ele a princípio se negou mas eu, na minha inocência, insisti e ele disse:

- Tá bom, mas é só pra ver, tocar, e depois você vai pra casa tá?

Ele tirou para fora o bicho, eu não toquei; eu agarrei ele e admirei por um tempo. Depois fui embora.

O caso é que o tesão pelo cacete do pai do meu amigo aumentou e eu me aproveitava da confiança que nossa vizinhança gerava em ambas as famílias. Tínhamos livre acesso a ambas as residências e eu frequentemente estava na casa dele. Um dia eu estava conversando com o meu colega, filho dele, na sala, e ele passou só de cuecas. Aí eu disse ao meu amigo:

- Que tal você chamar seu pai e pedir para ele tirar a cueca para nós vermos ele nu?

- Meu colega me conhecia desde pequenininha e sabia que eu era danada, e ele também era sem limites, e a sua era uma família moralmente depravada, por isso nem de longe ele se surpreendeu com meu pedido. Gritou o pai e quando ele chegou fez o meu pedido, dizendo que eu queria ver ele nu.

É claro que o vizinho, a princípio, pareceu aborrecido, quis dar lição de moral, mas eu calei a boca dele, dizendo:

- Olha! Se o senhor tirar sua cueca, eu tiro meu vestido e minha calcinha, aqui, agora, para vocês me verem também. Que tal?

É claro que o filho intercedeu piedosamente com o pai até que ele concordou, vez que estávamos sozinhos em casa, no momento.

Ele tirou a cueca e eu tirei meu vestido bem devagarzinho e depois, de pé, pedi para o filho dele tirar minha calcinha. Vou deixar pra vocês meus leitores, imaginarem a cena. Como seria a  descrição minuciosa do meu corpo nu? E a do meu colega, que logo depois de tirar minha calcinha eu abaixei e tirei seu calção? E a do pai do meu colega?

 Depois fizemos uma ligeira pegação a três, meio encabulados, eu me vesti e fui pra casa.

Alguns dias depois meu vizinho, com toda sua família, se mudou para outra cidade e nunca mais fizemos contato.