Isto aconteceu  em Tanquinho-Bahia, terra da fartura, do requeijão e da manteiga.
Eu, Jura em Prosa e Verso, fui a um aniversário,  e lá reencontrei Luciana, grande gata, atualmente esposa do Luciano Pinto, meu motorista.
Trabalhei no escritório até a noite. Estava cansado. Na verdade não estava a fim de nada mas... após chegar em casa e  tomar um banho, coloquei uma cueca box vermelha para dar sorte, usei perfume Polo, e mesmo cansado, me introduzi no noite de Tanquinho que é agitada. Com calça jeans, camisa azul claro, blazer azul escuro, posso não ser um galã, mas... nos meus 45 anos ainda chamo atenção, meu fogo ainda arde, o tesão sempre vivo.
Cheguei no inferninho que costumo freqüentar por volta das 20:40. Lá rolava uma festa, acho que era aniversário de alguém da nossa patota. Muitos convidados, casais de meia idade, e mais velhos, alguns solteiros, mulheres sozinhas algumas, de 55-60 anos consideradas já, fora do meu radar . Caminhando até a mesa vazia vi rápido duas mulheres interessantes, acompanhadas, uma me olhou fixo seguiu me olhando. Minha surpresa, em outra mesa Luciana. Ela foi minha assistente por 5 anos, antes de casar com o Luciano, meu motorista. Morena de 1.80, magra de corpo esguio, cabelos crespos encaracolados, bunda linda e pernas longas. Algum tempo atrás lembro que bati várias punhetas imaginando comer esta mulher. Ela foi a paixão da minha vida, mas nunca quis nada sério comigo, as investidas que dei sempre levei um fora.
A vi de longe, acenei com a cabeça, me retribuiu com um sorriso, ela falou algo para alguém ao seu lado, e veio até minha mesa. Recebi-a de pé e com um sorriso. Sentamos, olhei disfarçado para ela, percebi que me olhava diferente. Pensei besteiras e logo parei de pensar. Fui me servir, e enquanto aguardava olhava para Luciana.. Luciana usava um vestido tubinho preto, até na metade das coxas, o preto com o moreno dela combina perfeitamente, usava sapatos de salto alto, deixando-a maior, alongando ainda mais suas pernas e corpo. Ela me perguntou se podia ficar por enquanto comigo, porque nesta festa quase não conhecia ninguém.
Jantamos, conversamos, tomamos vinho, ensinei a degustar o tinto seco. Falamos sobre muitas coisas, dos tempos que trabalhou comigo . Por volta das 22 hs, a convidei para irmos para o lado externo, numa área coberta que dava para um lindo jardim.

Enchi as taças e fomos. Luciana estava solta e leve.
Nos debruçamos numa mureta, com vista para a Marina, contemplávamos a vista ouvindo a música. Mais uma vez brindamos ao momento.

Pedi se podia lhe dar um abraço, imaginei, se ela aceitar vou comer…

Imaginei logo: Se ela aceitar, vou adiante, é hoje que  finalmente vou come-la.

De imediato abriu os braços, nos abraçamos. Eu falei: – como é gostoso seu abraço, seu perfume seu calor,  - ainda falando peguei seu rosto afastei, olhei e de leve tentei beija-la, inicialmente resistiu, apenas me oferecendo o canto de sua boca, beijava com calma carinho.

Me disse: – Jura, isso não pode…

Disse para Luciana – vamos conversar sobre isso lá no fundo do jardim. Lá tem cadeiras discretas e ficaremos mais a vontade.. Andamos de mãos dadas, sentamos a uma mesa atrás de uma grande árvore, puxei-a para sentar no meu colo, a olhei e disse – sempre quis este momento!
Ela logo atacou: – Você é casado…

-E daí? Você também é casada. - Retruquei.  - E além disso - continuei - quem disse isso para você? O momento é nosso.
Voltei dando beijinhos pela face e pescoço, subitamente foi de encontro a minha boca. Inicialmente foi um beijo calmo, doce, aproveitava cada momento daquele beijo. Aquela boca pequena de lábios carnudos se transformou em uma boca faminta, ávida e fogosa. A beijava e abraçava intensamente, aos poucos se jogava sobre meu corpo.

Meu pau já quase duro. Minha mão descia até sua bunda, senti a textura do vestido e da bunda, percebi que usava uma calcinha minúscula, nossas bocas eram exploradas pelas línguas quentes, molhadas e loucas para serem sugadas. Paramos o abraço era caloroso, o clima quente, ao fundo uma cadeira próxima a uma mesa.


Coloquei minha mão em seu rosto, acariciei, desenhei sua boca com meu dedo, nossas bocas se encontraram novamente, senti que o vinho tinha feito um efeito divino em Luciana.

Meu pau voltava a crescer, sendo esmagado pelo rabão da morena.

Minha mão direita pousou suavemente em seus joelhos. Devagar percorri com a ponta de meus dedos pelas coxas, isso arrepiou a mulher, senti pela intensidade do abraço. Devagar minha mão entrou no meio de suas pernas, resistiu em fecha-las, devagar minha mão pousou em seus seios, toquei sobre sua roupa, senti o mamilo duro, querendo ser sugado, o vestido fechado impossível.

Meu pau começou a pulsar na direção do rabo de Luciana. Ela sentia isso e me sugava cada vez mais. Minha mão firme afastou as pernas, devagar minha mão ia na direção de sua xana, sentia o calor e maciez da pele, o dedo maior tocou na calcinha, quente e úmida, com movimento suave dedilhei a buceta, forcei e Luciana abriu as pernas agora sentia sua calcinha molhara. Carnuda seu grelo já saliente e durinho, o cheiro de sexo invadia nossas narinas. Afastei a calcinha e meu dedão tocou a xana molhada.

Luciana ainda tentou mais uma vez: – Jura,  não, não podemos.  fechou as pernas tentando sair.
Disse-lhe – sim, sim, podemos e quero fazer amor com você. A puxei para minha boca, nosso beijo voltou com mais intensidade, minha mão voltou a acariciar o clitóris, a buceta molhada, lábios dilatados prontos para receber carinhos e pica.

Luciana disse:  – Jura, mas... não devíamos fazer isto aqui, isso é loucura.

E eu: - É sim, é loucura. Mas é uma aventura louca. E nada melhor que as aventuras loucas. Você quer parar? Eu não quero.


Meu pau pulsava, Luciana rebolou tentando sentir e encaixar o pau no meio das coxas. Devagar meu dedo foi buceta adentro, o dedão dedilhava o clitóris a morena já dominada, pronta para ser devorada. Peguei sua mão direita e conduzi até minha calça já inchada por causa do meu pau.

Disse: – Luciana sinta o que você fez com ele. Imediatamente ela o apalpou por cima da calça, e agarrou como que se fosse um objeto. Meu dedo molhado de mel precioso foi sugado por minha boca e também pela boca da Luciana.
Nada falou e voltou a me beijar. Minha mão direita voltou para a buceta, dedilhava o clitóris inchado. A outra mão abria o zíper, devagar abri o cinto, o botão da calça. Conduzi a mão de Luciana,  e ela pegou meu pênis  sobre a cueca. Com as duas mãos o liberava e quando estava fora, livre e solto ela pegou firme exclamando: Jura!!! Ai meu Deus!  – o que é issooo!!!. É exatamente o que eu quero e preciso agora!!

Ajudei a colocá-lo em suas mãos.
Pedi para se levantar, sentar de frente, subi seu vestido até a cintura e a puxei sentando de pernas abertas em meu colo. Ao sentar sua buceta encostou no pau.


A puxei e continuei a beijar sua boca, sua mão direita punhetava meu pau. Tentava subir o vestido, aos poucos seus seios mamões caíram na direção da minha boca, os suguei como sempre desejei. Sugava mamava e Luciana estava no auge do tesão. Devagar com a mão direita acariciava sua buceta, sua mão me punhetava, seu quadril fazia movimentos de vai e vem, como e estivesse na pica. Minha mão esquerda pegou na em sua mão direita que punhetava meu pau, com calma ia conduzindo para que a pica encostasse na buceta

 Luciana foi colocando meu pau em sua buceta. Encostou a cabeça na entrada e pincelou, gemia como uma cadela no cio. Devagar se levantou, a cabeça da pica já encaixada na xana, e num golpe guloso sentou na tora Tanquinhense do Jura em Prosa e Verso.
Mordia e sugava meus lábios, e falou: – não podia imaginar o tamanho de sua pica. Porque não fiz isso antes, quando trabalhamos juntos; agora entendo porque sua mulher é apaixonada loucamente por você.
Começou a acelerar o vai e vem, dizendo: – vou gozar CARALHO, CACETE, VOU GOZARRRRR, HUMMMMM..
Luciana se agarrou firme em meu pescoço. Como uma máquina,  mexia naquele pau duro com uma velocidade louca. Sentia que iria explodir em poucos minutos, não podia mais segurar, ela estava no comando da situação. Eu o Jura, estava sendo devorado pela mulher que  fez ele bater várias punhetas, em outros tempos.

Eu também, no auge, exclamei: – isso meu amor, eu também vou gozar, quero encher sua buceta de porra. Ela apenas mantinha a velocidade, em meu ouvido disse – goza, enche de porra minha buceta, me dá um filho que tanto quero… ao ouvir isso explodi, três golfadas intensas no fundo daquela gruta úmida e escura.
Luciana saiu de cima de mim com tamanha rapidez, pegou meu pau com uma mão e já caiu de boca, duas golfadas ainda foram garganta a dentro da morena gulosa, eu apenas via pela penumbra seus movimentos sugando cada gota que ainda estava no meu pau. Lambeu seus dedos, sua língua lambia seus lábios, sentou novamente em meu colo, e me beijava como agradecimento, sentia o gosto da minha porra que estava na boca dela.

Meu pau foi murchando, nos recompomos. Com uma toalha que estava numa mesa limpei sua buceta. Combinamos para passarmos uma noite juntos.

Reentramos na festa já quase meia noite. Poucas pessoas ainda se encontravam na festa, a maioria de cara cheia.

Nos despedimos e cada um de nós, em um táxi,  foi para casa.

O Jura em Prosa e Verso não é moleza.