JURA EM PROSA E VERSO

 

 

CONTOS ERÓTICOS

 

 

Iniciação de Luciana, com o

 

 seu padrasto Astrogildo

 

Jura em Prosa e Verso



 

Uma amiga minha, chamada Luciana, (Amiga, amante e confidente), me contou, numa dessas noites de lua, ao pé do ouvido, como foi a sua primeira vez, no cuzinho.


Ela foi iniciada sexualmente pelo seu padrasto, aos dezoito anos. Com essa idade ela  já trabalhava, desde os quinze, como aprendiz, em uma fábrica de calçados.

 

Seu padrasto, que tinha 50 anos, chamava-se Astrogildo, e era empreiteiro da construção civil.

 
Era um homem de educação rudimentar, pois trabalhara nas obras toda a vida, mas venceu e conseguiu montar a sua empresa.


Tratava-a com carinho. Carinho até demais... Primeiro começou por oferecer prendas, depois a levava ao shopping e deixava que ela comprasse roupas de marca. Até dava dinheiro para ir ao cinema.


Mais tarde ele começou a lhe dar dinheiro, às escondidas da sua mãe.

Dizia ele:

 

- Toma 50 reais, querida, e vai comer um gelado com as tuas amigas, dizia ele.

 

Um dia, aproveitando um momento em que ela estava sozinha em casa, de surpresa, ele lhe pegou por trás e segurou seus dois seios.

 

Ela tentou se soltar, demonstrando revolta, mas ele lhe disse:

 

- Fique quieta. O que estou fazendo não tem nada demais, nem tira pedaço. Fique calma, por um minuto, e relaxe. Se você não gostar do que eu fizer é só dizer e eu me afasto. Nunca mais tocarei em você. Mas... se você gostar, será recompensada.

 

- Luciana me disse que ficou quieta, e ele apalpou seus seis, tentou bolinar os bicos, que já estavam durinhos, tudo por cima da blusa. Não tentou mais que isso.

 

Logo após ele soltou-a e deu-lhe um bom dinheiro, e disse:

 

A próxima vez só acontecerá se você quiser, mas eu vou pegar esses mamilos por debaixo da blusa, e vou vê-los e admira-los os dois. E você será recompensada com o dobro desse valor.


Numa noite quente de Agosto, a mãe de Luciana estava de plantão na  sede da empresa de limpezas em que ela trabalhava como secretária, e Luciana ficou sozinha com o padrasto, em casa.

 

Sem querer, Luciana o surpreendeu a brincar com o pênis frente ao computador. Na tela do computador, que ele olhava enquanto se acariciava, uma rapariga jovem engolia desenfreadamente o pênis de um homem mais velho.

 
- Tu querias fazer o mesmo, querida? - indagou Astrogildo.

 

Luciana disse pra mim que, nessa hora, sentiu uma sensação estranha, um misto de ansiedade e desejo. Hoje ela sabe que foi tesão!

 
"Hummm... ha... não sei" ...- respondeu Luciana encabulada, enquanto o via tirar o pênis todo de dentro das calças. Era grosso. Ela nunca tinha visto um pênis, a não ser em fotos mostradas por coleguinhas, nos smartphones das suas amigas, na escola quando os coleguinhas mostravam, e na Internet.


Mas o padrasto, com toda intimidade que tinha, não se acanhou, e disse-lhe:

 

-Anda cá, que eu te ensino. – disse com a autoridade de padrasto.


Luciana se aproximou devagar e permitiu que ele lhe afagasse o cabelo.

 

- Tens uns lindos cabelos, minha loirinha linda" - sussurrou, fazendo sinal para ela se ajoelhasse em sua frente.


- Mete-o na boca, do mesmo jeito que aquela outra está fazendo na telinha do computador, vê? - Disse com tom autoritário.

 

Começou Luciana por tentar engolir, tentando imitar a garota do vídeo, mas teve nojo e quase vomitou.

 

- Anda lá, putareca, que não te vais arrepender. Se fores uma boa menina, não vais precisar de trabalhar mais naquela fabrica de merda.

Voltou Luciana a insistir, mas desta vez mais dedicada. Afinal estava a ter um excelente incentivo. Preferia mamar o caralho do velho todos os dias, do que ir trabalhar naquela fábrica.


-Vês como aprendeste depressa, minha putareca?" - Afirmou ele feliz, enquanto fumava um cigarro mal cheiroso.
Luciana continuou a abocanhar e a sugar o pénis, aumentando a velocidade.

 

 Talvez porque queria que aquilo terminasse depressa.

 

Contudo ela nem sabia quando aquilo terminava ou como terminava, até que sentiu um sabor estranho, era um liquido viscoso e quente que me inundou a boca toda. Ele segurou sua cabeça, sua boca, gritando-lhe que não cuspisse... que engolisse tudo.


Enquanto ela engolia, forçada, aquele líquido, que até era gostoso, seu padastro, o Astrogildo gritou e uivou que nem um cão ferido. Ela se assustou e pensou em parar pois pensou que o tinha magoado, mas ele não deixava que ela parasse.

 

Quando ele parou de gritar e se recuperou, disse-lhe:


- Ah minha putareca, já não me vinha um gozo assim tão forte e bom , ha anos.


Naquela noite, ela foi para a cama e não conseguiu dormir. Estava confusa, pois afinal tinha gostado da experiência.

 

Ainda foi importunada pelos gritos da sua mãe, no quarto ao lado, a ralhar com o Astrogildo por ele se ter recusado a comê-la naquela noite.


- Amanha vou foder com meu patrão, filho da puta. - rosnava ela, com aquela voz rouca e irritante que a caracterizava.

Toda esta experiência era novidade para Luciana, mas acabou por adormecer já na madrugada.

 

Decidiu Luciana não ir trabalhar na fábrica nesse dia. Inventou uma gripe ou algo do tipo para justificar sua falta.


Foi quando reparou num envelope que se prostrava ao lado do despertador.

 

Abriu e estava recheado de notas de 20 reais.

 

Ela nunca tinha tido notas de 20 na mão, pois como ela era menor de idade, e trabalhava como aprendiz, o seu ordenado da fabrica ia directamente para a conta da sua mãe, e era ela que lhe comprava o passe do transporte coletivo, e dava- lhe uns trocados  para o café, o lanche e pequenas despesas.

 
Começou   a contar, tremula. Uma... duas três... Ao todo estavam duzentos reais dentro do envelope. Até deixou cair algumas notas, com a atrapalhacão.


Duzentos reais era o que ela ganhava na fabrica. após muitos dias de trabalho. Notou que havia um bilhete ao lado das notas.


- Minha putareca, se te portares bem, tens mais. Não contes à mãmã. Beijos.


Passado um mês, ela já tinha um Smartphone, e só vestia roupas de marca. As jovens vizinhas, suas amigas, começaram a notar a diferença e a provoca-la, curiosas, querendo saber porque ela estava tão por cima.

 

Afinal ela tinha deixado de trabalhar , e mesmo assim começou a ter outra aparência. Quando passava pelas amigas na rua, mandava-as pró caralho e seguia em frente. Afinal, não tinha que dar satisfações a ninguém.

 

Nesta altura, o seu padrasto já tinha sido responsável pela perda da sua virgindade e ela fazia sexo habitualmente, na ausência da sua mãe. Só que nunca havia sequer sugerido viola-la o cuzinho.

 

Ela não odiava o meu padrasto, pois ele foi sempre franco consigo, e nunca a forçou a nada.


Ela fez tudo porque quis! Sempre quis. Queria mais e agora. Sempre.


Andava sempre com montes de dinheiro, e sentia que ser "a puta do padastro" não era assim tão mal. Afinal, o dinheiro também nos dá poder.  E... com o dinheiro do padastro ela se sentia poderosa.


Trabalhar numa linha de montagem de uma fabrica de sapatos, ainda por cima como aprendiz, ganhando apenas metade do salário, é que não levava ninguém pra frente.

 

Nunca se via o dinheiro, e ainda era sempre explorada à força toda. Tipo... quem aguenta uma vida assim?



Mais tarde, o seu padrasto começou a pressionar-lhe com ideias de fazer sexo anal. Ela sempre recusava e isso estava deixando-lhe irritado.

 

Portanto, como suas amigas lhe contavam que sexo anal não era tão ruim assim e que depois de algumas vezes passava a ser bom, Luciana, para satisfazer o seu padrastro, começou a experimentar sozinha, no quarto, a enfiar objetos no cuzinho, mas aquilo era doloroso demais.

 

Mas ficou crescente o receio de que, se continuasse a se recusar a dar o cuzinho, seu padrasto lhe cortasse as "mesadas" rechonchudas . Luciana, então, firmou o compromisso para consigo mesmo. Iria continuar a praticar sozinha, antes de deixar ele lhe saltar para cima.

 

Seu padrastro quase sempre estava bêbado, mas Luciana começou  a habituar-se com a ideia de dar o cuzinho e começou a deixar que ele enfiasse, de leve, apenas um dedinho. Doía pra caralho, mas... ela aguentava, pois se suas amigas aguentavam ela não ia aguentar também? O pênis não. Ela não estava ainda preparada para isto.

 

 

Conversando com uma amiga e confidente ela resolveu seguir seu conselho e ir a uma Loja de Artigos sexuais.

 

A atendente que estava ao balcão foi muito simpática com Luciana,  a ajudou a escolher, e ainda comentou:

 

- Sabes, eu no meu tempo, não havia nada destes brinquedos. Eu comecei a praticar sexo anal com um pepino minha querida. Lhe confidenciou a vendedora.

 
- Ah ...ok – balbuciou Luciana evitando não rir.

Ao fim de duas semanas já estava preparada.

 

Até podiam vir pepinos e beringelas.

 

Aliás começou a sentir que tinha bons orgasmos quando brincava com os brinquedos da Shopping Sex , enfiando-os bem fundo, no cuzinho.

 

Ela escolheu um dia em  que a sua mãe ia estar de plantão e, portanto, o Astrogildo, seu padrastro, ia querer saltar  para cima dela.


- Anda cá putareca, temos que conversar" - Proclamou o velho, tão logo chegou em casa.

 
Luciana aproximou-se dele devagar, e passou-lhe uma bisnaga de gel lubrificante para a mão.


- Que merda é esta, caralho? – Rosnou o padrastro, estreitando as fartas sobrancelhas.


- É para não doer, senhor Astrogildo – redarguiu Luciana.


-  Ah, então queres que te coma o rabinho, minha putareca?


- Quero, senhor meu padrasto. Quero experimentar para ver se é como a minhas amigas me contam.

 

- Então vira-me esse cu, minha vitelinha.

 

O cabrão velho passou o gel no anus da minha dileta amiga, segundo ela me contou, sem muito cuidado, e em seguida, encravou-lhe o pau no cu, de uma vez só.

 

Ela gritou e fingiu  que tinha sentido dor, mas não passou de um "teatro" seu, pois o cuzinho já estava mais que preparado.

O velho agarrou-lhe com as suas mãos robustas e calosas nas ancas e começou a bombar-lhe devagar.


- Gostas no rabinho, putareca?

 

- Ui, sim, é bom... Bota mais... mais fundo! - gemia e pedia mais e mais.

Por fim o velho esporrou-se no seu anus, e voltou a gemer que nem um cão.

 

Fora rápido, como ela calculara.

 

Afastou-se, puxou as calcas para cima e sacou da carteira.

- Queres dinheiro, não é, minha chula de merda?

- Quero senhor Astrogildo, meu padrasto.- retorquiu confusa, pois ele nunca tinha feito esta pergunta logo apos o sexo.


- Toma, é tudo o que tenho - Grasnou ele, atirando-lhe uma nota de 20 reais.

 
- Foda-se, o quê?? Reclamou Luciana, com vigor.

 
- Queres mais, vai atacar pra estrada .


Luciana agarrou suas roupas e foi para o quarto com vontade de lhe espetar com um vaso nos cornos.

 

Mais tarde, ela apercebeu-se que ele andava a comer uma outra que lhe fodia o "arame"  todo. Estava ficando sem dinheiro.

 

E a vida é assim mesmo. Padrasto, amante, sem dinheiro, não interessa mais.

 

Não demorou muito, até ele ir à falência e fechar a empresa.

 

Para adoçar a cena, ele abandonou a todos, fugiu para local ignorado.

 

 Nunca mais foi visto pela família.

 

E Luciana, que nunca foi boba, já estava com outro, que tinha dinheiro, e sabia aproveitar e remunerar o seu cuzinho tanto quanto a sua bucetinha.


Mas... justiça seja feita. Graças ao empenho, entusiasmo, vigor e grande aptidão para o ensino, além de alto grau de solidariedade do seu padrasto, o querido e nobre garanhão Astrogildo, deste conto, Luciana, minha dileta amiga, amante e confidente, ficou preparada para a vida, já mulher feita, pela frente e por trás.

 

Texto de Ligia Sissy, com modificações introduzidas pelo Jura em Prosa e Verso.