JURA EM PROSA E VERSO

 

CONTOS ERÓTICOS

 

 

Dividindo o macho com o sobrinho

 

 Katy Ferreira

 

Ele fez 18 aninhos recentemente e fiz questão de inseri-lo no meu universo sexual, ele se mostrou uma verdadeira menina, aos poucos me mostrando o que realmente queria. 

Meu nome é Katy, tenho 25 aninhos e sou casada. Poucos sabem, mas tenho um sobrinho gay, que tenho como um pupilo, uma verdadeira putinha. 

Tudo começou com algumas amizades que fizemos com alguns rapazes em um posto de gasolina no passado, onde ele inclusive perdeu o cabacinho. Caminhoneiros, sedentos por sexo.

Como de costume, Bruno veio passar alguns dias em minha casa, adorei a novidade e fui logo me preparar pra dias “quentes”.

Não que eu me envolva com ele, nem gosta inclusive rsrs.

Quando ele chegou conversamos sobre várias coisas, contamos as novidades e perguntei sobre a vida sexual, pra minha surpresa ele disse que estava bem, não muito intensa, mas bem! Sugeri que voltássemos ao nosso velho lugar pra procurar macho... e foi o que fizemos.

Seguimos para o posto de gasolina na BR cheios, ou melhor, cheias de más intenções. Observamos, analisamos e enfim chegamos a conclusão do macho ideal. Um caminhoneiro negro, mais gordinho, do tipo bem ogro e com a aparência de ser muito, muito gostoso de fuder. Inicialmente parecia que seria difícil convencê-lo, mas conversando logo vi que seria um desses que só tinha pose de machão.

O nome dele é Jorge, mas é conhecido como Jorjão, apelido digno de homens do tipo dele. Era o que precisávamos!

Apresentei Bruno pra ele, os dois logo começaram a conversar e eu então tratei de arrumar um local, perto dali havia uma pousada onde os rapazes levam as putas pra “traçar”. Era perfeito, barato e “discreto”.

Caminhamos pro nosso quarto do prazer, no caminho Bruno já se mostrou uma bicha bem soltinha e começou a se exibir, mostrando sua calcinha, pegando e acariciando os brinquedinhos de Jorjão, que de brinquedinhos não tem nada. Aos sussurros meu sobrinho me revelou que talvez não aguentasse aquele pau sozinho.

Entramos os três para o quarto. Jorjão não se intimidou em rapidamente apalpar minha bunda e começou com piadinhas do tipo;
O que duas meninas como vocês fazem por aqui hein?!

Nós duas todas sorridentes aos poucos tiramos as roupas. Nós três já estávamos entrosados e cheio de vontades, só faltava alguém tomar a iniciativa.

Bruno, que já se mostrava bem louquinha se ajoelhou perto do negão e começou a lamber seu pau que cresceu de forma descomunal, acho que nem era tão grande mas era grosso e aparentava ser bem duro. Observei meu sobrinho se deliciar com aquele pauzão grosso em sua boca, babando e passando a língua por ele todinho.

Enquanto Bruninho engolia e melava todo aquele pau o negão segurava sua cabeça e de longe me observava, talvez a vontade dele era que eu estivesse ali no meio, mas deixei meu pequeno gayzinho aproveitar um pouco mais. Os dois se deram bem, nem precisei intervir pra que tudo rolasse naturalmente.

A Katy ali observando enquanto o sobrinho recém adulto chupava um cacetão desconhecido bem delicioso. Jorjão estava adorando, fazia caras e bocas de quem já havia experimentado um meninão mais vezes.

Bruninho, que agora é BruninhA se soltou de vez, falando fino e se mostrando uma verdadeira menina! Logo me pediu uma camisinha e instigou nosso negão a querer seu buraquinho. Ajudei meu sobrinho aproveitando pra tocar aquele mastro delicioso que tínhamos ali.

Aii titia, aiai titiaaa!
Gemia minha bonequinha branquela enquanto sentia o pau do negão entrando em seu buraquinho meio apertadinho.

Segura a mão da titia e aguenta firme bicha.
Eu dizia pro meu lindinho.

Jorjão só murmurava e puxava meu bebê pela cintura, colocando-o em seu colinho, fazendo ele chorar naquela pica grossa e cheia de veias. Senti que meu sobrinho estava sofrendo um pouco pra aguentar tudo aquilo dentro dele, eu então comecei a dar dicas, mas acabei me aproximando e fazendo serviço eu mesma.

Tirei Bruno do colo do macho e me coloquei na posição, melei bem minha buceta com saliva e comecei a sentar, quando senti que Jorjão já estava mais relaxado, puxei o viadinho e o coloquei no meu lugar. Fiz o mesmo com ele, lubrifiquei bem seu cuzinho e o encaixei perfeitamente.
PUTA QUE PARIUU, fodee caraioo!
Gritava minha boneca sentando naquele pau.

Jorjão já estava ficando sem ar, tudo aquilo já durava por uns 30 minutos, deve ser difícil pra um homem daquele tamanho, tanto de altura quanto de peso se manter na ativa por muito tempo. Percebendo a situação sussurrei no ouvido de Bruno pra gozar antes dele, pra aproveitar melhor a noite.

Pra minha surpresa os dois gozaram juntos. Eu ali observando um pau branquinho e fino jorrando leitinho e um pauzão negro e grosso encher a camisinha de gozo. 

HUMMMM!

Que cena!
Delirei e achei que tivesse acabado.

Pra minha surpresa, novamente, Jorjão começou a beijar (na boca) meu sobrinho. Eles se jogaram na cama e pareciam dois adolescentes apaixonados. Não pude deixar de notar que o negão ainda estava duro feito pedra, mas agora… agora era vez da titia.

Me aventurei no meio do casal, abocanhei aquele pauzão gostoso e brinquei até nosso macho se recompor totalmente. Quando notei Jorjão chupava o pequeno pau de Bruno, que agora era o macho da relação, quem diria.

Somente de sentir o calor daquele instrumento de sexo eu me melei toda, lógico que toda aquela situação ajudou. Eu estava encharcada e precisava sentir ao menos um pouquinho o que meu sobrinho acabava de aprovar.

A puta mais rápida do oeste logo retirou uma camisinha da bolsa (ao lado cama), cobriu seu macho e se abriu pra fazer um papai e mamãe delicioso. 

Jorjão preencheu minha bucetinha como se seu caralho tivesse sido projetado pra ela, aquele pau entrou de um jeito inimaginável em mim, cada estocada eu suspirava e me perguntava se era mesmo real aquela noite.

Em um momento maluco eu vi meu sobrinho abrindo outro pacote de camisinha e se posicionando atrás do meu macho. OMG!

Bruno enrabou o negão, aquele viadinho socou seu pauzinho no cu do caminheiro. Talvez aquilo tenha me favorecido, pois Jorjão me fodeu ainda mais forte e gostoso.

Eu tinha dois machos (ou pelo menos um e meio) prestes a gozar, sábia e puta me aproveitei da situação, pedi que os dois se masturbassem e gozassem em minha boquinha. Pra minha surpresa mais uma vez, um começou a tocar o outro. 

Pulei pro chão, me ajoelhei e deixei os dois sentados na beira da cama, se tocando maravilhosamente. Quando ouvi gemidos mais altos e suspiros fortes, rapidamente abri minha boca e … ahhhhhhh!

Provei do leitinho daqueles dois, estava delicioso. Jorjão gozou o dobro do meu sobrinho, mas também com aquele pauzão rs

Minha bonequinha ainda me ajudou a me limpar e me deu um beijo desses de cinema, além de me agradecer, claro.

Combinei com Jorjão que assim que ele passar pela cidade me procurar, discretamente. Com Bruno eu ainda podia me divertir, mas fica pro próximo conto que esse já ficou bem extenso rs

bjinhos safados e safadas
me escrevam
katyf083@gmail.com